MATO GROSSO
Polícia desarticula quadrilha acusada de extorquir R$ 4 mil de vítima de “nudes” em MT
MATO GROSSO
Duas prisões preventivas e três mandados de busca e apreensão domiciliar foram cumpridos nessa segunda-feira (31.01), durante a operação “Conteiros”, deflagrada pela Polícia Civil (PJC), por meio da Delegacia de Polícia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças (a 509 km de Cuiabá).
Conforme a PJC, a operação tem como alvo uma associação criminosa envolvido em crimes de estelionato pela internet, com mandados cumpridos nas cidades de Goiás, Anicuns, Goianápolis e na Capital Goiânia.
Segundo as investigações, um dos criminosos agia por redes sociais. Ele adicionava um homem de idade (vítima) como amigo e passavam a conversar. Em dado momento, a vítima é induzida a trocar “nudes” com o golpista.
Após a troca de fotos íntimas, os suspeitos começavam a exigir valores, ameaçando levar o caso à polícia. Em uma das ações, um dos criminosos chegou a se passar por um policial militar goiano falecido para extorquir os valores da vítima.
Por meio dos golpes, os criminosos extorquiram da vítima R$ 4 mil e dividiram percentual dos valores entre as mulheres associadas junto à associação criminosa.
Um dos principais alvos estava preso na cadeia pública de Goianápolis-GO, onde a Polícia Civil de Mato Grosso contou com o apoio do sistema prisional de Goiás, para dar cumprimento ao mandado de prisão. (com informações PJC).
FONTE/ REPOST: GISLAINE MORAIS – VGN
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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