MATO GROSSO
Politec procura familiares para identificar homem atropelado em Cuiabá
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A Diretoria Metropolitana de Medicina Legal, órgão ligado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), procura familiares de três pessoas que morreram recentemente em Cuiabá, para poder realizar o reconhecimento e liberação dos corpos da unidade.
Uma das vítimas é o jovem de aproximadamente 25 anos, que morreu atropelado na Avenida República do Líbano, em Cuiabá, na noite de quinta-feira (10). Ele é branco, 1,69m de altura e tem três tatuagens.
A primeira tatuagem é a inscrição “Fé”, no pescoço, a outra é a inscrição “Omolu”, na região esquerda do tórax. Por último, o jovem tem uma rosa vermelha no dorso da mão direita.
A motorista que o atropelou já foi identificada.
A outra vítima que ainda não foi identificada é uma mulher, que se afogou no bairro Recanto Jurumirim, na região da Ponte de Ferro, em Cuiabá, no dia 5 de fevereiro. Ela tem 1,63m de altura e 84 quilos.
A mulher também tem tatuagens com desenhos de rosas no quadril, coxa e em uma das pernas. Ela ainda tem um sol e lua desenhados no tornozelo e uma rosa vermelha no antebraço esquerdo.
O terceiro corpo sem identificação é o de um senhor de aproximadamente 60 anos de idade. Ele é moreno, tem cabelos pretos e grisalhos. O idoso foi encontrado morto no dia 3 de fevereiro, no Centro de Várzea Grande.
Quem conhecer alguma das vítimas ou souber notícias de algum dos familiares, pode procurar a Diretoria Metropolitana de Medicina Legal, que fica localizada no Bairro Dom Bosco, Rua A1. O contato para informações sobre a liberação dos corpos é o 3613-1201.
FONTE/ REPOST: REDAÇÃO REPÓRTER MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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