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Politec procura familiares para identificar homem atropelado em Cuiabá

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A Diretoria Metropolitana de Medicina Legal, órgão ligado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), procura familiares de três pessoas que morreram recentemente em Cuiabá, para poder realizar o reconhecimento e liberação dos corpos da unidade.

Uma das vítimas é o jovem de aproximadamente 25 anos, que morreu atropelado na Avenida República do Líbano, em Cuiabá, na noite de quinta-feira (10). Ele é branco, 1,69m de altura e tem três tatuagens.

A primeira tatuagem é a inscrição “Fé”, no pescoço, a outra é a inscrição “Omolu”, na região esquerda do tórax. Por último, o jovem tem uma rosa vermelha no dorso da mão direita.

A motorista que o atropelou já foi identificada.

A outra vítima que ainda não foi identificada é uma mulher, que se afogou no bairro Recanto Jurumirim, na região da Ponte de Ferro, em Cuiabá, no dia 5 de fevereiro. Ela tem 1,63m de altura e 84 quilos.

A mulher também tem tatuagens com desenhos de rosas no quadril, coxa e em uma das pernas. Ela ainda tem um sol e lua desenhados no tornozelo e uma rosa vermelha no antebraço esquerdo.

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O terceiro corpo sem identificação é o de um senhor de aproximadamente 60 anos de idade. Ele é moreno, tem cabelos pretos e grisalhos. O idoso foi encontrado morto no dia 3 de fevereiro, no Centro de Várzea Grande.

Quem conhecer alguma das vítimas ou souber notícias de algum dos familiares, pode procurar a Diretoria Metropolitana de Medicina Legal, que fica localizada no Bairro Dom Bosco, Rua A1. O contato para informações sobre a liberação dos corpos é o 3613-1201.

FONTE/ REPOST: REDAÇÃO REPÓRTER MT 

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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