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Prefeito tem mandato cassado em MT por atuar ao mesmo tempo como médico

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O prefeito de Barra do Bugres (160 KM de Cuiabá), Divino Henrique Rodrigues (PDT), teve o mandato cassado pelos vereadores do Município por possuir uma “jornada dupla” – ele também atuava como médico no município vizinho de Alto Paraguai (200 KM da Capital). Em sessão que se estendeu por mais de 6 horas na Câmara Municipal de Barra do Bugres, nesta sexta-feira (17), 12 dos 13 vereadores votaram pela cassação do gestor.

Lideranças indígenas e outros manifestantes estiveram no local para declarar apoio ao prefeito. Divino foi acusado de ferir a lei orgânica municipal ao ocupar o cargo de médico remunerado em Alto Paraguai ao mesmo tempo em que exercia a função de prefeito de Barra do Bugres. 

A acusação foi negada pelo advogado do gestor, e pelo próprio chefe do Poder Executivo, que se defendeu do processo de cassação diretamente da tribuna da Câmara.

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O prefeito indicou que deverá recorrer à justiça para tentar voltar ao cargo.

“Acredito em Deus. Trabalhei pensando em Barra do Bugres, estou aqui, de peito aberto, de cabeça erguida. Peço que cada um dos vereadores vote de forma consciente. Aprendi na vida que não se deve desistir. E não vou desistir”, adiantou ele.

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Esta é a primeira vez que um prefeito de Barra do Bugres é cassado. A posse da vice, Maria Azenilda Pereira (MDB), deve ocorrer neste sábado (18).

FONTE/ REPOST: REDAÇÃO FOLHA MAX 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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