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Projeto de lei quer tornar baguncinha com maionese temperada patrimônio cultural de Cuiabá

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Um projeto de lei que quer declarar o baguncinha, juntamente com a maionese temperada, patrimônio cultural imaterial de Cuiabá. A proposta tramita na Câmara da capital e é de autoria do vereador Adevair Cabral (PTB).

Ele argumenta, no projeto, que o lanche popularmente conhecido como baguncinha já faz parte da cultura local e que os estabelecimentos que o comercializam ajudam na economia local e geram empregos.

“Dá empregabilidade e sustento a diversas famílias, e, além do mais, transformou-se em um ponto de encontro dos cuiabanos que apreciam comer, beber e conversar. Já é um símbolo tradicional e que faz parte da gastronomia da nossa cidade”, argumenta.

O preparo do lanche é feito na chapa com combinações de sabores, contendo pão, hambúrguer, ovos, queijo, presunto, alface, tomate, salsicha, bacon e calabresa. Para o autor da proposta, “a maionese temperada traz um sabor inigualável de degustação”.

“Sem dúvida o baguncinha, enriquece a gastronomia cuiabana, e ainda, reverenciamos a dedicação e o esforço dos nossos comerciantes que abrem seus estabelecimentos diariamente para atender bem as nossas famílias, a população toda local de um modo geral a diversidade dos seus frequentadores que são recebidos sempre com alegria e respeito, e esse tratamento diferenciado leva à convergência da tradição e vínculo de amizade”, pontua.

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No projeto, o vereador diz que o objetivo é buscar a valorização das tradições que fazem parte da culinária e gastronomia e buscar dar respaldo ao funcionamento dos trailers de lanches e similares.

Ele avalia que a lei poderá ajudar na regularização dos microempreendimentos que vendem o lanche e dar segurança para que superem os prejuízos causados pela pandemia da Covid-19, que reduziu o movimento nos estabelecimentos, sendo que a maioria deles em praças e vias públicas.

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A Casa do Parque transforma Caravaggio em experiência imersiva

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Em tempos de consumo acelerado da imagem e de experiências culturais cada vez mais superficiais, um projeto criado em Cuiabá propõe o caminho inverso: desacelerar o olhar. No próximo dia 21 de maio às 20h, A Casa do Parque estreia O Banquete, encontro concebido para transformar a história da arte em experiência sensorial, intelectual e afetiva.

Fruto de uma parceria entre Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque e o professor de história da arte Rafael Branco, o encontro nasce com uma ambição rara no circuito cultural contemporâneo: formar público sem didatismo, aproximando grandes obras da arte universal de uma vivência estética real, atravessada por narrativa, música, vinho e atmosfera.

A primeira edição mergulha na obra de Michelangelo Merisi da Caravaggio (1571–1610), artista que revolucionou a pintura barroca ao aproximar o divino da carne, da sombra e do drama humano. Sua obra, marcada pelo contraste radical entre luz e escuridão, violência e beleza, segue contemporânea justamente por recusar idealizações.

“Mais do que falar sobre arte, queremos criar uma travessia pela obra. A Casa do Parque sempre acreditou que cultura também pode ser experiência viva, sensorial e emocional”, afirma Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque. “O Banquete nasce desse desejo de aproximar as pessoas da arte de uma forma menos acadêmica e mais humana, sem perder profundidade.”

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Ao longo da noite, Rafael Branco conduz o público por imagens, contextos históricos e interpretações que ajudam a compreender não apenas a técnica de Caravaggio, mas o impacto filosófico e simbólico de sua obra sobre o imaginário ocidental.

Mas a proposta evita o formato tradicional de palestra. Em vez disso, o público é convidado a ocupar uma experiência cuidadosamente construída para provocar percepção, escuta e contemplação.

A atmosfera da noite entre vinho, música e projeções dialoga diretamente com a ideia do banquete como ritual de encontro e partilha intelectual.

“Construímos uma noite para aproximar a história da arte do público, através de uma experiência sensorial mais ampla, em que imagem, som, sabor e cena são costuradas em uma mesma narrativa sobre universo de Caravaggio. Para além de apresentar sua obra, a proposta é criar uma vivência imersiva e inédita na cidade de Cuiabá, a partir de um dos grandes nomes do barroco italiano.”, observa Rafael Branco.

Com O Banquete, A Casa do Parque reforça um movimento que vem consolidando em Cuiabá: o de criar experiências culturais autorais, sofisticadas e voltadas à formação de público.

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Nessa noite apenas o bar da Casa estará em funcionamento, não havendo serviço gastronômico.

Serviço:
O BANQUETE
21 de maio, às 20h
A Casa do Parque
Ingresso social: R$ 150 + 1 litro de leite longa vida
Informações e ingressos: 98116-8083
Lugares limitados.

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