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Saiba quem é ex-gerente acusado de desviar R$ 2,5 milhões da Caixa Econômica Federal
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Arthur Timo de Sá é o ex-gerente da Caixa Econômica Federal (CEF) preso nesta terça-feira (22), durante a ‘Operação Abusu Fiducia’, deflagrada com objetivo de prender o ex-bancário acusado de desviar valores superiores a R$ 2,5 milhões através de contas falsas.
Conforme as investigações da Polícia Federal, Arthur operou o esquema de janeiro de 2020 até dezembro de 2021. Os crimes estão previstos na Lei de Crimes financeiros (7.492) e ele responderá por gestão fraudulenta e apropriação de valores provenientes da Caixa Econômica Federal (CEF).
Em consulta, a reportagem conseguiu encontrar duas empresas da qual ele aparece como sócio. Uma delas é de criptomoedas e atua no ramo de consultoria em tecnologia da informação.
O ex-gerente foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) e, posteriormente, deve ser transferido ao Centro de Custódia da Capital (CCC).
As investigações, iniciadas em 2022, constataram que o investigado, que trabalhava em uma agência de Várzea Grande, criava contas bancárias falsas, bem como incluía terceiros em contas de pessoas jurídicas e simulava empréstimos.
Posteriormente o dinheiro era movimentado entres diversas contas até chegar em sua própria conta bancária.
Além da prisão temporária, também foram expedidos dois mandados de busca e apreensão, sendo um na residência (um prédio na avenida do Barbado) do ex-gerente e outro em sua empresa. Os dois endereços ficam em Cuiabá. Na casa, foram encontrados diversos relógios de luxo.
A reportagem não conseguiu encontrar a sua defesa. O espaço segue aberto para o outro lado.
FONTE/ REPOST: WESLEY SANTIAGO- OLHAR DIRETO
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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