MATO GROSSO
Sindicato ainda “briga” na Justiça para barrar volta das aulas em Cuiabá
MATO GROSSO
O Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público (Sintep) entrou na justiça para “barrar” a volta às aulas presenciais na rede municipal de ensino de Cuiabá antes da imunização completa dos profissionais da educação. Hoje, existem um aumento dos casos de Covid-19 e H3N2.
O processo do Sintep, que tramita na Vara de Ação Civil Pública e Ação Popular do Tribunal de Justiça (TJMT), defende que a prefeitura da Capital deveria observar as informações técnicas da Sociedade Brasileira de Infectologia, Conselho Nacional de Saúde e da Organização Mundial da Saúde. Na avaliação do Sintep, as aulas presenciais deveriam ser suspensas “até que os profissionais da educação do município de Cuiabá estejam imunizados em decorrência da vacinação para fins de evitar ainda mais submissão ao risco de mortes dos servidores da educação”.
A discussão está sob análise do juiz Bruno D’Oliveira Marques, que atua na Vara Especializada em Ações Coletivas. Em despacho do último dia 6 de dezembro, ele observou que o processo, na verdade, deveria tramitar na 1ª Vara Especializada da Infância e Juventude de Cuiabá por tratar de direitos inerentes às crianças, foco dos serviços prestados pela rede municipal de ensino.
“Como pontuou o Ministério Público, em sua condição de custus iuris, qualquer que seja a decisão judicial de mérito, terá reflexo diretamente nos direitos assegurados no ECA, já que a decisão de suspensão das aulas presenciais na rede pública de ensino até que a totalidade dos professores seja imunizada tal como pretende o autor, perpassa inevitavelmente pelos direitos inerentes à criança e ao adolescente de acesso ao ensino presencial”, analisou o magistrado.
A volta das aulas presenciais foi determinada em decreto pelo vice-prefeito de Cuiabá, José Roberto Stopa (PV), no dia 29 de outubro de 2021. Ele ficou no comando da prefeitura de Cuiabá por quase 40 dias em razão do afastamento do “titular” Emanuel Pinheiro (MDB), alvo da operação “Capistrum”, e suspeito de lotear a secretaria municipal de saúde com indicações políticas.
Emanuel Pinheiro sempre se mostrou contra o retorno das aulas presenciais sem a imunização dos profissionais da educação, mas desde que voltou ao cargo, em 26 de novembro de 2021, tem mantido o decreto do vice.
FONTE/ REPOST: DIEGO FREDERICI – FOLHA MAX
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
-
MATO GROSSO2 dias atrásItaipava Premium é a cerveja oficial da turnê Resenha do Mumu
-
MATO GROSSO1 dia atrásMaior lago privado em condomínio de Mato Grosso será destaque em empreendimento da Mangaba Urbanismo
-
MATO GROSSO1 dia atrásQueda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
-
GERAL5 dias atrásPetra e Black Princess conquistam medalhas de prata na IV Copa Sul-Americana de Cerveja
-
GERAL5 dias atrásGrupo Petrópolis celebra Dia Mundial do Churrasco com dicas especiais de harmonização