MATO GROSSO
VG anuncia 3ª dose com intervalo de 4 meses e sugere 4ª dose para conter nova variante
MATO GROSSO
O prefeito Kalil Baracat determinou a secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande a redução para quatro meses ou 120 dias no intervalo entre a segunda e a dose de reforço e solicitou novamente que fosse formalizado a CIB e ao Ministério da Saúde a vacinação das crianças de 5 anos acima, bem como a possibilidade da quarta dose diante da nova onda da COVID pela variante Ômicron que tem se demonstrado de maior propagação, mas de menor poder ofensivo.
“Na semana passada, durante a CIB da qual participou o secretário de Saúde de Várzea Grande, Gonçalo Barros, foi informada a posição da Secretaria de Estado de Saúde pela redução de 150 dias ou 5 meses de intervalo entre a segunda e a dose de reforço para 120 dias ou 4 dias e queremos avançar ainda mais”, disse o prefeito Kalil Baracat sinalizando que Várzea Grande trabalha para voltar ao novo normal, deste novo momento de pandemia.
A medida vale para todos os públicos já imunizados contra o coronavírus. Várzea Grande começa a aplicar a dose antecipada já a partir de amanhã, terça-feira, 14 de dezembro.
Um novo decreto de 102/2021, foi baixado, mantendo Situação der Emergência, vetando a realização de eventos e festas públicas e mantendo restrições para as festas privadas como 70% da capacidade local, uso de máscara, álcool em gel e distanciamento social e principalmente fiscalização das forças policiais do Estado e de Várzea Grande, bem como da Vigilância Sanitária e em Saúde.
“É preciso que haja um equilíbrio, pois a COVID 19 não passou e novos surtos não estão descartados, o que representa dizer, mais investimentos em saúde, mais leitos hospitalares, mais profissionais, enfim todas as exigências que uma pandemia requer, por isso, todo cuidado é pouco e as exigências vão continuar pelo bem de todos, pois já temos um óbito na Europa decorrente da Ômicron”, alertou Kalil Baracat.
O secretário Municipal de Saúde, Gonçalo de Barros, também tomou várias decisões, em relação à aplicação da vacina contra a Covid-19, para este final de ano.
“Após reunião com as equipes técnicas, decidimos manter até o final do ano, 16 pontos de vacinação nas Unidades Básicas de Saúde, onde abrimos também a UBS do Água Vermelha, cuja aplicação se dará no horário de expediente de cada unidade. Nos dias 24 e 25, não haverá pontos abertos de vacinação e nem nos dias 31 e 1º de 2022. Neste próximo sábado (18) faremos uma ação especial, no Parque Berneck, em sistema drive thru, das 8h às 16 h. Nossos servidores, têm trabalhado muito este ano na vacinação, adotamos esta estratégia, para que eles também possam descansar um pouco e passar o Natal e Ano Novo com as famílias. A Vacinação já foi descentralizada, e a população deve procurar os pontos mais próximos de suas casas. Vacine-se”, orientou o secretário.
Várzea Grande aguarda decisão ainda dos Governos Federal e Estadual, para também vacinar crianças de 5 a 11. “Acreditamos que esta parcela da população também deve ser vacinada, ainda mais com a nova variante se espalhando pelo mundo todo. Acreditamos que esta decisão será tomada ainda no início do próximo ano. Aí sim ficaremos mais protegidos. Defendo e está mais do que comprovado que a vacina garante proteção para se evitar contrair formas mais graves do novo coronavírus e até mesmo impedir que as pessoas venham a óbito”, disse o secretário.
Segundo ainda o secretário, a decisão de antecipar a aplicação da dose de reforço (de cinco para quatro meses) se deve ao risco de circulação de novas variantes e à baixa procura da população pela segunda dose e dose de reforço com o prazo que estava vigente. “Como Várzea Grande avança nos índices de aplicação, da primeira e segunda dose, queremos vacinar ainda mais a nossa população e nivelar os índices das três doses, e ter a certeza de que o várzea-grandense estará mais protegido da pandemia. O fim de ano chega, é inevitável encontros em família aconteçam, a orientação é manter o menor número de pessoas juntas, usar máscaras e manter as regras de higienização. A Pandemia não acabou. Evitar aglomerações.” disse o secretário.
Unidades de Saúde (Segunda a sexta-feira, 08 as 10:45 horas e das 13 às 16 horas)
Centro Saúde Nossa Senhora da Guia;
Centro de Saúde Cohab Cristo Rei;
Centro de Saúde Água Limpa (Maçonaria);
Clínica Atenção Primária Jd Glória;
Clínica de Atenção Primária 24 de dezembro;
Clínica de Atenção Primária Parque do Lago;
ESF Jardim Manaira;
ESF Ouro Verde;
Policlínica Atenção Primária Cristo Rei;
Policlínica Marajoara;
PSF Capão;
UBS Santa Isabel;
UBS Cabo Michel;
UBS São Mateus
UBS Aurília Curvo;
UBS Água Vermelha
FONTE/ REPOST: REDAÇÃO- FOLHA MAX
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
-
MATO GROSSO4 dias atrásDesequilíbrio de Poder e o Papel do Senado
-
MATO GROSSO4 dias atrásEmpresária de MT leva modelo de urbanismo de Primavera do Leste a debate internacional em São Paulo
-
MATO GROSSO3 dias atrásItaipava é a cerveja oficial da Turnê “Histórias” 2026
-
MATO GROSSO2 dias atrásJovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação