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Modelos desenvolvidos pelo TJMT serão referência para plano nacional de pacificação nas escolas
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Durante a cerimônia de encerramento do “I Encontro Nacional de Justiça Restaurativa e a Transformação da Cultura Institucional”, realizado pelo Poder Judiciário de Mato Grosso e Conselho Nacional de Justiça (CNJ), nesta quinta-feira (19 de outubro), em Cuiabá, o conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Luiz Philippe Vieira de Mello, destacou a posição de vanguarda ocupada por Mato Grosso no desenvolvimento de modelos, que segundo ele, devem ser replicados como instrumentos nacionais para uso em todo o Brasil.
“Na verdade, o que hoje ficou muito claro para mim, enquanto assistíamos a exposição sobre a parte da administração e de gestão do NugJur, e que consolidou-se na minha alma, foi o dizer sim ao propósito que me trouxe a essa Casa de Justiça. Sempre tive a nítida sensação de que estava à serviço da vida, e sempre procurei me colocar a disposição para encontrar esses mecanismos e ser realmente um instrumento eficiente. Naquele momento em que me coloquei à disposição da gestão deste tribunal, eu tinha como propósito essa tarefa, de fazer com que a velocidade das práticas restaurativas na nossa sociedade pudessem ser potencializadas. E desde a vinda do ministro [Luiz Philippe] a Mato Grosso, no início da nossa gestão, foi um impulso sem precedentes, porque vimos em vossa excelência a ressonância, o apoio e o aval de que estávamos no caminho certo. E visualizar a apresentação dos resultados obtidos em 10 meses é muita responsabilidade, mas também é muita gratidão por cada um daqueles que fazem parte desse corpo e dessa alma”, concluiu a presidente.
Ancestralidade – A cerimônia também foi marcada pela realização do maior círculo de celebração e agradecimento já realizado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso, com mais de 300 pessoas, conduzidas pelo Cacique Rony Pareci, da Aldeia Wazare, do município de Campo Novo do Parecis (396 km a noroeste de Cuiabá).
“A nossa ancestralidade é a nossa essência enquanto ser humano, e nós precisamos nos reconectar a ela. Assim como a flecha que precisa entender, que antes de ganhar impulso e ser lançada, ela precisa recuar para se reorganizar e redefinir seus objetivos antes de avançar. Assim o ser humano deve ser. Muitas vezes precisamos recuar, buscar nosso equilíbrio, para depois seguir, rompendo os obstáculos. E a Justiça Restaurativa nos ajuda exatamente nisso, a nos reconectarmos com o equilíbrio ou o reequilíbrio das nossas origens. Por isso, não existe melhor juiz, melhor julgador, ou melhor pessoa, existe sim, pessoas que sabem respeitar sua ancestralidade, reconhecer seu tamanho no universo e saber que ninguém avança sozinho. Quando fazemos isso, alcançamos tudo que almejamos”, definiu o cacique Rony. Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT
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VÍDEO: Segundo a Guarda Municipal, enquanto passava mal, a vítima estacionou o carro, mas permaneceu com o pé no acelerador, que fez com que o veículo pegasse fogo.
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