MATO GROSSO
Associação de Autistas recebe doações da campanha ‘Boa Ação é Doação’
MATO GROSSO
Neste final da semana, a Sala da Mulher da Câmara Municipal de Cuiabá deu andamento às doações do projeto – Boa Ação é Doação’, à AMA – Associação de Pais e Amigos do Autista de Mato Grosso, foi uma das instituições contempladas com as cestas arrecadas.
O movimento aconteceu durante 43 dias no Legislativo cuiabano e foram arrecadas mil cestas básicas que já estão sendo direcionadas para as chefes de família em vulnerabilidade, que moram em Cuiabá.
Kelly Cristina dos Nascimento Viegas, presidente da associação, foi quem recepcionou a equipe da Câmara e explicou que a AMA funciona há 20 anos. A instituição, sem fins lucrativos, orienta às famílias de autistas buscarem direitos de inclusão na área da saúde, educação, assistência social e outros.
“Eu defino essa ação da Sala da Mulher como amor ao próximo, agradeço a Câmara e todos que tiveram essa iniciativa em sensibilizar com as famílias que fazem parte da AMA, principalmente neste momento que precisam muito deste apoio”, disse a presidente da associação.
Estiveram presentes Tamires Rondon, coordenadora da Sala da Mulher, Amabila Camargo (Voluntária) primeira-dama do legislativo e voluntária, Regianne Renovato, voluntária da Sala da Mulher, Kelly Viegas , presidente da Ama e Eide Dornelas, Conselheira Fiscal da AMA.
– Da assessoria
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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