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Caso Isadora: Avô foge novamente com criança levada pelo pai
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Após a Polícia Rodoviária Federal (PRF) interceptar o carro onde estava I.P.P.A, o avô da garota, o ex-secretário de Habitação e Regularização Fundiária de Cuiabá, Air Praeiro Alves, conseguiu fugir com a criança. Ele tem 48 horas para entregar a menina. “Deu um jeito de ser intimado bem antes da PRF”, disse a advogada do caso.
A menina já está há mais de 100 dias sem ver a mãe, depois de ser levada de Cuiabá pelo pai, o advogado João Vitor Almeida Praeiro Alves. Neste domingo (7), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) interceptou um carro com a menina na cidade de Coxim (MS). Ela estava com os avós paternos. Com escolta da PRF, eles estariam a caminho de Cuiabá.
Em 23 de setembro, L.M.A., mãe do advogado, foi presa pela Polícia Civil de São Paulo, após ter ajudado a esconder a própria neta e agredir os policiais que atendiam a ocorrência com chutes, socos e xingamentos.
Na decisão do dia 19 deste mês, o juiz havia suspendido a guarda compartilhada da criança aos pais, estabelecendo, provisoriamente, a favor do avô paterno. No domingo (7), a enfermeira Marina Pedroso Ardevino usou as redes sociais para comemorar que finalmente irá reencontrar a filha, de oito anos, após 112 dias. Marina também disse que conseguiu a guarda unilateral da filha. “Estou muito emocionada”.
Fonte/ Repost: Isabela Mercuri/ Olhar Direto
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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