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Seduc elabora caderno pedagógico sobre educação especial para professores

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), por meio da Superintendência de Diversidades, elabora o “Caderno Pedagógico – Educação Especial”, com orientações para a organização do ensino a estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Altas Habilidades/Superdotação.

O caderno será produzido nos formatos digital e impresso, com previsão de envio para as escolas regulares, especializadas e instituições parceiras da Seduc, como a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), no fim de julho.  

O material irá considerar os componentes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e do Documento de Referência Curricular (DRC) e contemplará informações de ordem prática, com base nas dúvidas de gestores e professores recebidas pela equipe da Educação Especial.

“Todas as diretrizes operacionais que o professor precisa para desenvolver com qualidade o trabalho do aluno com deficiência nas escolas regulares e especializadas vão estar subsidiadas nesse material”, esclarece a técnica da Educação Especial, Glaucia Gonçalves.

Glaucia ressalta atualmente as informações são repassadas por telefone e e-mail e que por meio do caderno pedagógico os direcionamentos serão fornecidos de forma mais eficiente.

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Sob supervisão de Rui Matos

Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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