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Mulheres enfrentam sobrecarga crescente e desafio passa pela saúde emocional, alerta especialistas

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As mulheres nunca ocuparam tantos espaços na sociedade quanto nas últimas décadas. Estão à frente de empresas, conquistam maior escolaridade, ampliam sua participação no mercado de trabalho e assumem posições de liderança. No entanto, esse avanço não significou uma redução das responsabilidades dentro de casa. Pelo contrário, estudos apontam que elas continuam acumulando jornadas de trabalho remunerado e não remunerado, cenário que tem refletido diretamente na saúde física e emocional.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres brasileiras dedicam, em média, quase o dobro do tempo dos homens aos afazeres domésticos e aos cuidados com pessoas. Mesmo quando possuem emprego formal, seguem sendo as principais responsáveis pela organização da casa, cuidado com filhos, idosos e familiares.

Essa sobreposição de funções tem contribuído para o aumento do estresse, da ansiedade e do esgotamento emocional. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que mulheres apresentam índices mais elevados de ansiedade e depressão quando comparadas aos homens. A própria OMS estima que os transtornos de ansiedade atingem, proporcionalmente, mais mulheres em praticamente todas as regiões do mundo.

 

Para a terapeuta criativa, mentora de mulheres 40+, palestrante e idealizadora do Espaço 8, Isolda Risso, o problema está menos na quantidade de papéis desempenhados e mais na crença de que a mulher precisa executá-los com perfeição.
“A mulher conquistou autonomia e ampliou sua participação na sociedade, mas ainda carrega uma cobrança histórica de ser impecável em todas as áreas da vida. Esse modelo é insustentável e produz culpa, exaustão e um sentimento permanente de insuficiência”, afirma.

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Segundo ela, muitas mulheres chegam aos processos terapêuticos acreditando que o problema está na falta de competência, quando, na realidade, vivem sob uma pressão social que naturaliza a sobrecarga.

“A sociedade ainda associa o valor feminino ao quanto ela consegue suportar. Mas ninguém consegue sustentar tantas responsabilidades sem que isso tenha impacto na saúde emocional.”

Outro ponto que merece atenção, segundo Isolda, é a realidade das mulheres acima dos 40 e 50 anos. Além das mudanças hormonais e emocionais provocadas pelo climatério e pela menopausa, muitas enfrentam uma sensação de invisibilidade social justamente em uma fase marcada por experiência, maturidade e novas possibilidades.

“A maturidade deveria ser vista como potência, e não como perda. É nesse momento que muitas mulheres começam a olhar para si mesmas, revisitam sonhos antigos e descobrem que ainda há tempo para construir uma vida mais alinhada com quem realmente são.”

Dados da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) indicam que cerca de 30 milhões de brasileiras vivem atualmente o período do climatério, fase que antecede e sucede a menopausa. Apesar disso, o tema ainda é cercado por desinformação, preconceitos e pouco espaço para o debate público.

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Para Isolda, discutir desenvolvimento emocional feminino tornou-se uma necessidade, especialmente em um contexto em que o adoecimento mental cresce de forma silenciosa.

Ela desenvolveu o método AMA — Amor, Maturidade e Autonomia — justamente para incentivar mulheres a reconstruírem sua relação consigo mesmas, abandonando padrões de perfeição e fortalecendo a autoestima de forma saudável.

“Não precisamos ensinar as mulheres a serem mais fortes. Elas já demonstram força diariamente. Precisamos ajudá-las a compreender que também podem descansar, estabelecer limites, pedir ajuda e reconhecer que seu valor não depende da capacidade de dar conta de tudo.”

A especialista defende que a transformação começa quando a mulher deixa de buscar uma versão idealizada de si mesma e passa a reconhecer sua própria humanidade.

“A verdadeira liberdade não está em ser perfeita. Está em aceitar que existe uma mulher possível dentro de cada uma de nós, capaz de viver com autenticidade, dignidade e equilíbrio.”

O tema será aprofundado por Isolda Risso na palestra “A Mulher Possível”, que propõe uma reflexão sobre os desafios da mulher contemporânea, a sobrecarga emocional, a maturidade feminina e a construção de uma vida baseada em amor-próprio, autonomia e acolhimento. A proposta é provocar uma mudança de olhar: substituir a cobrança constante pela compreensão de que ser extraordinária não exige perfeição, mas autenticidade.

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Dia Internacional da Cerveja: conheça o que diferencia estilos como Pilsen, IPA, Weiss e Ultra

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Celebrado na primeira sexta-feira de agosto, o Dia Internacional da Cerveja é uma oportunidade não só para brindar, mas também para conhecer mais sobre a história e características de uma das bebidas mais apreciadas do mundo. Muito além da preferência por uma marca, o universo cervejeiro reúne diferentes famílias, estilos, processos de produção e características sensoriais que influenciam diretamente a experiência de consumo.

O interesse do brasileiro pelo universo cervejeiro cresceu nos últimos anos, impulsionando a busca por informações sobre diferentes estilos e formas de consumo. Embora nomes como Pilsen, Lager, IPA, Weiss e Ultra façam parte do vocabulário de muitos brasileiros, ainda há dúvidas sobre o que realmente diferencia cada um deles. Fermentação, intensidade dos aromas, corpo, amargor e até origem dos estilos ajudam a explicar por que cada cerveja oferece uma experiência diferente.

“Hoje o brasileiro quer conhecer mais sobre aquilo que consome. Entender por que uma cerveja tem determinado aroma, o que muda entre uma Pilsen e uma IPA ou descobrir como a fermentação influencia o resultado final e torna a experiência muito mais interessante. Não existe um estilo melhor que outro, sempre tem aquele que combina mais com o gosto do consumidor e com cada ocasião”, comenta Ana Paula Nicolino, especialista em análise sensorial do Grupo Petrópolis.

Lager, Ale… afinal, qual é a diferença?
Antes de conhecer os principais estilos, vale entender que grande parte das cervejas comerciais são classificadas em duas grandes famílias: Lager e Ale.

A principal diferença entre elas está na fermentação. As cervejas Lager utilizam leveduras que trabalham em temperaturas mais baixas, em um processo conhecido como baixa fermentação, que resulta em bebidas normalmente mais leves, refrescantes e de sabor equilibrado.

Já as cervejas Ale utilizam o processo de alta fermentação, realizada em temperaturas mais elevadas. Esse processo favorece a formação de aromas mais intensos e perfis sensoriais mais complexos.

Dentro dessas famílias surgem os diversos estilos conhecidos pelo consumidor, como Pilsen, IPA e Weiss.

American Lager: o estilo que muitos brasileiros chamam de Pilsen

No Brasil, é comum que cervejas do estilo American Lager sejam chamadas popularmente de “Pilsen”. Apesar da associação, os dois estilos não são exatamente iguais. A American Lager tornou-se o estilo mais consumido no mundo, representando mais de 90% de toda a produção global de cerveja.

Sua principal característica é o equilíbrio entre refrescância, leve amargor e notas suaves de malte, tornando-a extremamente versátil. Por apresentar um perfil leve, costuma acompanhar bem pizzas, hambúrgueres, sanduíches, petiscos, carnes brancas e frutos do mar, sem se sobrepor aos sabores dos alimentos.

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A verdadeira Pilsen (em português, Pils em alemão) tem sua origem na República Tcheca no século XIX. Reconhecida pela alta lupulagem, que lhe confere um amargor acentuado, a cerveja pilsen ganhou notoriedade por ser, à época, uma cerveja clara.

Puro Malte: mais destaque para o malte
Embora “Puro Malte” não seja um estilo de cerveja, mas uma classificação relacionada aos ingredientes utilizados na produção, o termo se tornou bastante conhecido entre os consumidores brasileiros.

Produzidas exclusivamente com malte de cevada, água, lúpulo e levedura, as cervejas Puro Malte costumam apresentar maior percepção do sabor do malte, corpo equilibrado e aromas mais evidentes.

São opções versáteis para diferentes ocasiões de consumo e costumam acompanhar carnes grelhadas, massas e queijos leves.

IPA: personalidade marcada pelo lúpulo
Um dos estilos que mais cresceram em popularidade nos últimos anos é a India Pale Ale (IPA), pertencente à família Ale. Segundo O Guia Oxford da Cerveja, de Garrett Oliver, ela surgiu por problemas logísticos no século 19. Os colonizadores britânicos tinham as cervejas estragadas ao longo de suas viagens à Índia, então encontraram a solução de colocar uma concentração maior de lúpulo, que age como conservante natural e dá mais amargor, e de álcool, para que a bebida suportasse as longas viagens marítimas sem perder qualidade.

Seu diferencial está na maior presença do lúpulo, ingrediente responsável por aromas cítricos, florais e frutados, além de um amargor mais pronunciado quando comparado às Lagers tradicionais.

Consumidores que apreciam sabores mais intensos costumam encontrar na IPA uma excelente opção para momentos de degustação ou refeições de sabor marcante, como hambúrgueres artesanais e carnes grelhadas.

Weiss: tradição das cervejas de trigo
Outro representante da família Ale é a Weissbier, tradicional cerveja de trigo originária da Alemanha.

Elaborada com significativa proporção de trigo em sua composição, ela apresenta espuma abundante, textura cremosa e aromas que remetem a banana e cravo, características aromáticas produzidas durante a fermentação e sem adição desses ingredientes.

Por seu perfil delicado e refrescante, combina especialmente com peixes, frutos do mar, saladas e carnes brancas.

Ultra: leveza para diferentes momentos
As cervejas da categoria Ultra ganharam espaço no mercado ao atender consumidores que procuram bebidas mais leves, sem abrir mão da qualidade e do sabor. Em geral, as cervejas Ultra se apresentam com menor teor alcóolico e menos calorias, acompanhando uma tendência mundial de diversificação das opções disponíveis e alinhadas ao movimento de busca por escolhas mais leves.

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O Grupo Petrópolis passou a atuar nesse segmento com o lançamento da Petra Ultra, cerveja puro malte, apenas 67 calorias na lata de 269 ml. Desenvolvida para acompanhar as novas preferências do consumidor brasileiro, ela combina leveza, refrescância e sabor, mantendo as características esperadas de uma cerveja premium.

Seu perfil harmoniza naturalmente com saladas, peixes, grelhados e carnes brancas.

Zero álcool: novas possibilidades para apreciar uma boa cerveja
Nos últimos anos, a categoria de cervejas zero álcool deixou de atender apenas consumidores com restrições ao consumo de bebidas alcoólicas e passou a conquistar espaço entre pessoas que desejam ampliar as ocasiões de consumo, seja antes de dirigir, na prática de atividades físicas ou em encontros sociais. Olhando para os números do mercado, as cervejas zero cresceram cerca de 13% em volume em 2025 no Brasil.

A evolução tecnológica permitiu que as cervejas sem álcool mantivessem aromas, corpo e sabor cada vez mais próximos das versões alcóolicas tradicionais, tornando essa categoria uma das que mais evoluíram no mercado cervejeiro.

Entre os lançamentos mais recentes, encontramos a Black Princess Zero, uma cerveja puro malte, 0% álcool e sem glúten, desenvolvida para proporcionar uma experiência sensorial semelhante à da versão original da família Lager.

Independentemente do estilo, conhecer as características de cada cerveja ajuda o consumidor a descobrir novas combinações de sabores e aproveitar diferentes ocasiões de consumo. No Dia Internacional da Cerveja, a principal dica dos especialistas é experimentar novos estilos e descobrir aquele que melhor combina com o seu paladar.

 

SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Vold X, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks by Itaipava, Crystal Ice, Cabaré Ice e Blue Spirit Ice; os energéticos TNT Energy e Magneto; os refrigerantes It!, Tik Tok e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 140 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.
Para mais informações:
Néctar Comunicação Corporativa – grupopetropolis@nectarc.com.br

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