MATO GROSSO
Após promessas: Governador não garante desconto real nas bombas de combustíveis
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Mesmo com o programa estadual de redução de impostos para o diesel, o governador Mauro Mendes (DEM) não deu garantias de que a diminuição na tributação irá gerar um “efeito real” nas bombas de combustível.
À imprensa, na manhã da última sexta-feira (19), o governador afirmou que não detém o controle total de todas as condicionantes que compõem o preço do combustível. E, por conta disso, só poderia garantir a redução dos impostos.
“
Isso não depende de mim (desconto real), porque não é um preço controlado. Da energia e das telecomunicações eu tenho 100% de certeza que vai chegar”, disse.
“Agora, do diesel vamos ver o movimento das bombas. Senão, eu dou o desconto, cobro menos imposto e isso fica perdido no meio da cadeia. Aí também não dá”, acrescentou o governador.
O chefe do Executivo estadual frisou ainda que o projeto que cria o programa está em tramitação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, onde já passou por primeiro votação e aguarda a segunda apreciação dos deputados.
Programa
O programa faz parte de um pacote de investimentos anunciado pelo Estado em setembro deste ano. Caso aprovada na ALMT, a medida deverá passar a valer a partir de 2022.
Será reduzido o ICMS da energia elétrica (de 25% e 27% para 17% a todos os setores), dos serviços de comunicação, como internet e telefonia (de 25% e 30% para 17%), da gasolina (de 25% para 23%), do diesel (de 17% para 16%), do gás industrial (de 17% para 12%) e do uso do sistema de distribuição da energia solar (de 25% para 17%).
FONTE/ REPOST: GAZETA DIGITAL
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0