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Irmãos de dois e cinco anos se afogam e morrem em açude de fazenda

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Dois irmãos, sendo um menino de dois e uma menina de cinco anos, morreram afogados na tarde de sábado (27) em um açude, na comunidade de Campo Alegre de Baixo, em Nossa Senhora do Livramento (distante 27km de Cuiabá). 

Testemunhas informaram que as crianças brincavam no local quando acabaram se afogando. Eles não sabiam nadar e acabaram afundando em determinando momento da brincadeira. A mãe das crianças ficou em total estado de choque ao saber do acontecido. 

Após ser confirmada as mortes, a polícia e a equipe do hospital de Livramento foram acionados e após deslocarem até o local. O IML foi acionado e recolheu o corpo. O velório das crianças será neste domingo na comunidade onde ambas residiam. 

O Corpo de Bombeiros emitiu mais um alerta aos pais e responsáveis por crianças que residem próximos de rios, açudes e lagos. Que orientem os menores a não irem para o lado fundo da água e nem brincarem sozinhas na beirada dos lagos. 

FONTE/ REPOST: MAX AGUIAR – OLHAR DIRETO

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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