MATO GROSSO
Mendes evita polêmica com Emanuel e garante investimentos em Cuiabá
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Apesar de não ter uma boa relação com prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), o governador Mauro Mendes (DEM) evitou polemizar sobre sua relação com gestor, que reassumiu o cargo na última semana após ficar 37 dias afastado da Prefeitura de Cuiabá. As declarações foram dadas na tarde desta quarta-feira (1°), durante a apresentação do balanço de três anos de sua gestão.
Durante o período em que Emanuel esteve afastado, após a deflagração da Operação Capistrum, que investiga supostas nomeações ilegais na Secretaria de Saúde, houve uma aproximação entre o prefeito interino José Roberto Stopa (PV) e o governador do Estado. Em uma das reuniões, Mendes e Stopa firmaram parcerias em obras e ações em prol da população cuiabana.
Após o retorno de Emanuel, o governador foi questionado se os investimentos na Capital devem continuar. “O Governo do Estado vai continuar desenvolvendo o que foi planejado na baixada cuiabana, não só em Cuiabá como também em Várzea Grande. Na semana passada, nós lançamos o parque Novo Mato Grosso, serão centenas de milhões empregados para construir, não só para Cuiabá, um parque com grande capacidade para gerar emprego, renda e atrair grandes investimentos”, disse Mendes.
De acordo com o governador, o tratamento a ser dado à Capital é o mesmo dispensado aos demais 140 municípios, independente do prefeito. “Não existe nenhuma cidade hoje em Mato grosso que não tenha recebido benefício direto do Governo. Repassar ICMS é uma obrigação institucional, agora repassar uma máquina, um equipamento ou fazer um convênio, a gente faz se quiser e nós estamos fazendo isso com todos os municípios. Devemos continuar investindo em Cuiabá de forma que preserve o interesse público e a boa aplicação do dinheiro público”, acrescentou o governador.
FONTE/ REPOST: EMILY MAGALHÃES – FOLHA MAX
MATO GROSSO
Liderança feminina ainda enfrenta barreiras, mas educação pode acelerar mudanças
No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, olhar para os números ajuda a compreender melhor o presente e também o futuro que está sendo construído.
Dados divulgados pelo LinkedIn indicam que apenas 29% dos cargos de liderança no Brasil são ocupados por mulheres. O índice permanece praticamente estagnado nos últimos anos, mesmo com as mulheres representando cerca de 45% da força de trabalho no país.
Os dados mostram que o talento feminino está presente no mercado de trabalho, mas o acesso aos espaços de decisão ainda representa um desafio relevante. Esse cenário ajuda a explicar a importância de iniciativas institucionais voltadas à ampliação da presença feminina em posições estratégicas, como ocorre na Trivento Educação.
Atualmente, 64% do corpo administrativo da instituição é composto por mulheres. No corpo docente, elas representam 55%. Já na alta liderança, a presença feminina alcança 56%, enquanto nas lideranças intermediárias o índice chega a 72%.
Quando esses números são comparados ao cenário geral do mercado de trabalho, fica evidente como ambientes organizacionais intencionalmente inclusivos podem produzir mudanças concretas.
Ao longo de mais de 25 anos de atuação no ensino superior, foi possível acompanhar de perto a evolução da presença feminina no ambiente corporativo. O avanço é inegável, mas também se observou, em diversos momentos, mulheres altamente qualificadas interrompendo suas trajetórias profissionais antes de alcançar posições de liderança.
Esse contexto reforça a importância da educação como ferramenta de transformação.
Instituições de ensino não formam apenas profissionais. Elas também formam referências e modelos de liderança.
Quando alunas convivem com mulheres ocupando posições de liderança acadêmica, administrativa e estratégica, passam a visualizar novas possibilidades para suas próprias trajetórias profissionais.
A liderança feminina, portanto, não deve ser compreendida apenas como uma pauta de diversidade. Trata-se também de uma agenda de transformação social. Cada mulher que ocupa um espaço de decisão contribui para ampliar horizontes e abrir caminhos simbólicos para muitas outras.
Observando a realidade atual da Trivento Educação, é possível afirmar que essa transformação já está em curso — tanto dentro da instituição quanto na trajetória das milhares de alunas que passam por suas salas de aula todos os anos.
A busca por maior presença feminina em posições de liderança ainda está longe de terminar. No entanto, quando surgem resultados concretos, fica evidente que o avanço é possível e que vale a pena continuar investindo nessa mudança.
*Débora Guerra, CEO da Trivento Educação.
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