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Mendes evita polêmica com Emanuel e garante investimentos em Cuiabá

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Apesar de não ter uma boa relação com prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), o governador Mauro Mendes (DEM) evitou polemizar sobre sua relação com gestor, que reassumiu o cargo na última semana após ficar 37 dias afastado da Prefeitura de Cuiabá. As declarações foram dadas na tarde desta quarta-feira (1°), durante a apresentação do balanço de três anos de sua gestão.

Durante o período em que Emanuel esteve afastado, após a deflagração da Operação Capistrum, que investiga supostas nomeações ilegais na Secretaria de Saúde, houve uma aproximação entre o prefeito interino José Roberto Stopa (PV) e o governador do Estado. Em uma das reuniões, Mendes e Stopa firmaram parcerias em obras e ações em prol da população cuiabana.

Após o retorno de Emanuel, o governador foi questionado se os investimentos na Capital devem continuar. “O Governo do Estado vai continuar desenvolvendo o que foi planejado na baixada cuiabana, não só em Cuiabá como também em Várzea Grande. Na semana passada, nós lançamos o parque Novo Mato Grosso, serão centenas de milhões empregados para construir, não só para Cuiabá, um parque com grande capacidade para gerar emprego, renda e atrair grandes investimentos”, disse Mendes.

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De acordo com o governador, o tratamento a ser dado à Capital é o mesmo dispensado aos demais 140 municípios, independente do prefeito. “Não existe nenhuma cidade hoje em Mato grosso que não tenha recebido benefício direto do Governo. Repassar ICMS é uma obrigação institucional, agora repassar uma máquina, um equipamento ou fazer um convênio, a gente faz se quiser e nós estamos fazendo isso com todos os municípios. Devemos continuar investindo em Cuiabá de forma que preserve o interesse público e a boa aplicação do dinheiro público”, acrescentou o governador.

FONTE/ REPOST: EMILY MAGALHÃES – FOLHA MAX 

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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