MATO GROSSO
Justiça nega ação de empresário para cassar prefeito, vice e vereador em VG
MATO GROSSO
A juíza eleitoral Jaqueline da Costa Silva Cherrulli negou pedido para cassar o mandato do prefeito e vice-prefeito eleito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB) e José Hazama (DEM), e ainda do vereador e atual presidente da Câmara Municipal, Fábio Tardin (DEM), por compra de votos em razão da distribuição de água via caminhão pipa ao bairro Jardim Esmeralda nas proximidades da eleição de 2020. A decisão foi publicada no Diário Eletrônico da Justiça nesta segunda-feira (10).
O pedido de ação de investigação judicial eleitoral foi formulado pela coligação “Várzea Grande Pode Mais”, encabeçada pelo candidato derrotado a prefeito Flávio Vargas, o Flávio da Frical (PSB). A defesa do prefeito Kalil Baracat pediu a improcedência do pedido alegando que não exercia poder de mando nas atividades administrativas da Prefeitura de Várzea Grande no período do fornecimento de água.
Já Hazama alegou que o serviço de fornecimento de água e esgoto possui caráter contínuo e universal e que sua prestação não foi “condicionada ao voto de eleitores ou qualquer coisa do gênero”. Além disso, ressaltou que não compareceu em nenhum momento no fornecimento de água dos caminhões pipa de Várzea Grande e que tampouco houve pré-cadastramento das famílias beneficiadas, conforme sustentado pela coligação adversária.
Já a defesa do vereador Fábio Tardin alegou que a parte autora não atendeu a exigência da legislação em apresentar provas concretas de que houve abuso de poder político e econômico pelos agentes políticos citados. Os argumentos da defesa foram acolhidos pela magistrada.
Ela alegou não identificar abuso de poder político e econômico por falta de provas, pois não estava devidamente comprovada a gravidade dos fatos imputados. “Não se pode olvidar que a intervenção da Justiça Eleitoral no resultado da eleição é medida excepcional, justificada diante da ocorrência de fatos que levem ao desequilíbrio de oportunidades entre os candidatos. Somente nesses casos serão tomadas medidas para restabelecer o curso normal da disputa com a aplicação de sanções aos responsáveis. Em conclusão, a pretensão deduzida neste âmbito não é passível de acolhimento”, diz um dos trechos da decisão.
FONTE/ REPOST: RAFAEL COSTA – FOLHA MAX
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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