MATO GROSSO
Secretaria de Saúde prorroga vacinação contra Influenza até 30 de junho
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) prorrogou a campanha de vacinação contra a Influenza em Mato Grosso até o dia 30 de junho. A medida leva em consideração o cenário atual de cobertura vacinal no Estado, que é de 41% dos públicos prioritários para a imunização.
Conforme documento emitido aos 141 municípios, a orientação é para que as gestões municipais atendam às normativas do Plano Nacional de Imunização (PNI), que ampliou a oferta da vacina contra a Influenza para toda a população não vacinada a partir de 6 meses de idade.
O documento ainda reforça a importância da vacinação dos públicos prioritários para a campanha: gestantes, idosos, puérperas, trabalhadores da saúde, professores e crianças de seis meses a menores de quatro anos.
“Essa prorrogação deve ir até quando os municípios tiverem doses disponíveis. A tendência é acabar antes do dia 30 de junho. O Estado já distribuiu mais de 1 milhão de vacinas e deve receber uma última remessa com 162 mil doses. Conclamamos a população para a vacinação”, diz a superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Alessandra Moraes.
A gestora informa que a estimativa é vacinar 1.286.184 pessoas em Mato Grosso. “Nossa meta é vacinar pelo menos 90% da população prioritária. É imprescindível o apoio dos municípios no alcance do público alvo”, ressalta a gestora.
A influenza é uma infecção viral aguda que afeta o sistema respiratório e é de alta transmissibilidade. A estratégia de vacinação contra a influenza foi incorporada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) em 1999, com o propósito de reduzir internações, complicações e óbitos na população-alvo.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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