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PF arquiva denúncia de delator sobre caixa 2 de ex-governador de MT

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Mais um dos nove inquéritos instaurados contra o ex-governador Pedro Taques (SD)para investigar denúncias de supostos crimes de caixa 2 na campanha de 2014 não foi adiante por ausência de provas e elementos que pudessem confirmar as denúncias do delator Alan Malouf. Com isso, a Polícia Federal (PF) descartou a existência de caixa 2 em doações de R$ 500 mil feitas pela empresa HL Construtora.

Nas denúncias formuladas em seu acordo de delação premiada, o empresário Alan Malouf, que foi coordenador da campanha vitoriosa de Pedro Taques em 2014, apontou diversas doações de empresas que posteriormente não teriam sido declaradas na prestação de contas.

No caso da HL Construtora Ltda, Malouf relatou que a empresa doou R$ 500 para a campanha e que tal valor não constou na prestação de contas. O inquérito foi instaurado pela Polícia Federal por determinação da Justiça Eleitoral visando confirmar ou descartar a denúncia do delator.

Ocorre que a Polícia Federal petição anexada ao inquérito nesta terça-feira (11) informou que não obteve nenhuma prova capaz de atestar a veracidade do crime de caixa 2.

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“Logo, as informações coletadas até o presente momento revelaram que não há linha investigativa idônea capaz de fomentar a continuação da apuração policial. Além disso, os fatos ocorreram no ano de 2014, o que demonstra a impossibilidade investigativa do presente inquérito policial, restando prejudicada a afirmação da existência de materialidade e de autoria delitiva”, consta no relatório assinado pela delegada Karoline Araujo Diniz.

Dessa forma, a Polícia Federal encerrou as investigações e encaminhou relatório para um magistrado da Justiça Eleitoral decidir pelo arquivamento após o Ministério Público Eleitoral emitir parecer nos autos.  De todo modo, a PF informou que permanece à disposição para realização de eventuais novas diligências que vierem a ser solicitadas pelo MP Eleitoral ou pela Justiça Eleitoral.

FONTE/REPOST: FOLHAMAX

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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