MATO GROSSO
Surto de gripe e casos de Covid-19 continuam a gerar cancelamentos de voos
MATO GROSSO
O surto de gripe e o aumento de contaminações pela Covid-19, muito por conta da variante Ômicron, continuam a gerar cancelamento de voos das comapnhias aéreas. Em Mato Grosso, a Azul Linhas Aéreas, responsável pelo maior número de decolagens no estado, sofreu os impactos e se viu na necessidade de elaborar um plano de contingência, cancelando alguns ligações regionais e mantendo as ligações com grandes hubs.
A companhia cancelou os voos dos dias 17, 19, 21, 22, 24, 26, 28 e 31 deste mês, bem como de 1º e 3 de fevereiro entre Cuiabá e Sorriso. Para a próxima quinta-feira (13), a ligação entre Sinop e o aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), também não será operada.
A Azul Linhas Aéreas também decidiu cancelar voos de alta temporada que estavam sendo operados neste verão. As ligações diretas entre Cuiabá e Maringá, Presidente Prudente e Londrina também foram suspensas.
Somente nesta quarta-feira (12), conforme dados do Flight Radar, que acompanha os voos em tempo real do mundo todo, seis voos com destino a Cuiabá e a mesma quantidade partindo da capital mato-grossense, foram cancelados.
Agora, os passageiros estão tendo que ir para os hubs da companhia, como é o caso do aeroporto de Viracopos, onde são obrigadas a fazer conexão e aumentar o tempo de viagem, inclusive passando por locais de grande movimento.
Tal situação tem causado ‘dor de cabeça’ para os clientes da companhia que estão precisando remarcar as passagens. Isso porque o site indicado pela Azul não está comportando o número de acessos e fica bastante lento ou cai no momento de escolher um voo diferente.
Os que não conseguem estão se deslocando para o aeroporto, onde tentam remarcar as passagens de forma presencial, o que também não é recomendado. Em Cuiabá, uma grande fila se formou na terça-feira (11) por conta do fato.
“É importante ressaltar que mais de 90% das operações da companhia estão funcionando normalmente e que os Clientes impactados estão sendo notificados das alterações, reacomodados em outros voos da própria companhia e recebendo toda a assistência necessária conforme prevê a resolução 400 da Anac”, finaliza a nota.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0