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Aos 72 anos, ex-deputado de MT morre vítima da Covid-19 em SP

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O ex-deputado federal José Augusto Curvo, o “Tampinha”, morreu nesta quinta-feira (20) no Hospital Oswaldo Cruz, em São Paulo. Ele, que tinha 72 anos, é mais uma vítima da Covid-19.

“Tampinha” foi levado à capital paulista no início da semana, após ser diagnosticado com o novo coronavírus. Familiares disseram que optaram pela transferência porque ele estava recuperando de uma cirurgia de hérnia.

Todavia, ao longo da semana, o estado dele se agravou e a morte foi confirmada no início desta tarde.

Médico por formação, “Tampinha” havia tomado todas as doses da vacina contra a Covid-19.

HISTÓRICO

José Augusto da Silva Curvo, o Tampinha, começou a carreira política como vereador em Cuiabá em 1988. Também foi secretário de Saúde antes de ser eleito deputado federal.

Atuou na Câmara dos Deputados na legislatura 1991/1995. Em 2014, após ficar alguns anos sem disputar eleições, ficou como suplente e assumiu o mandato por alguns meses.

Em 2018, chegou a concorrer a deputado estadual e acabou não se elegendo. Neste ano, planejava disputar a eleição.

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FONTE/REPOST: Leticia Kathucia – FOLHAMAX

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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