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Após recusa de governador, Emanuel decide criar centro de triagem no Coxipó

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Depois de ouvir o “não” do governador Mauro Mendes (DEM) sobre a reativação do centro de triagem da covid-19 na Arena Pantanal, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) anunciou nesta terça-feira (01) que “nos próximos dias” vai criar um centro de triagem na região do Coxipó, nas proximidades da Policlínica do Coxipó. 

“Eu pedi, eu cheguei a sugerir, ofereci apoio e recebi predada, mas não quis polemizar, achei desproporcional aquela reação dele [governador], então estamos resolvendo a nossa maneira, com apoio do governo federal, da bancada federal, vamos abrir um centro de triagem na região do Coxipó”, afirmou Emanuel. 

Na época, Mauro Mendes afirmou que Pinheiro deveria ter “vergonha na cara” por pedir que o governo reativassse o centro de triagem. “O governo deu uma colaboração para Cuiabá, as pessoas não iam mais nos centro de saúde porque iam no Centro de Triagem. Em Cuiabá, nos postinhos, não tinha médico, nem remédio e nem teste. Mas, é responsabilidade do prefeito. Outras cidades se prepararam e agora ele fala que acha estranho a gente ter fechado lá?”, afirmou Mendes.

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Centro de triagem no Coxipó

Anteriormente Emanuel havia anunciado que estudaria a criação de 3 centros de triagem na capital mato-grossense. Segundo ele, a secretária de Saúde, Suellen Alllende, recebeu a determinação de realização um estudo para verificar em quais locais esses centros de triagem seriam instalados.

Por fim, Pinheiro decidiu criar o centro apenas no Coxipó, por conta do número alto de casos de covid-19 e gripe na região. O prefeito afirmou que a equipe da Secretaria Municipal de Saúde está monitorando os casos no município e se houver necessidade poderá abrir novos centros de triagem.

O prefeito também falou sobre a realização de testes. Ele pediu que a população evite realizar testes sem que tenham sintomas. Uma portaria baixada pela Secretária de Saúde determina que pacientes com sintomas terão prioridades nos testes. Ainda nesta semana devem chegar cerca de 20 mil testes enviados pelo Ministério da Saúde para a capital mato-grossense. 

FONTE/ REPOST: LÁZARO THOR BORGES – OLHAR DIRETO 
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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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