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Deputado de MT luta para reduzir combustíveis

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Os trabalhos do Legislativo retornaram em Brasília nessa quarta-feira (2) e ao que tudo indica, a temática do ICMS dos combustíveis e a redução do preço na bomba continua sendo uma das urgências de parlamentares. O deputado mato-grossense Emanuelzinho (PTB) é autor da proposta que reduz e fixa o percentual cobrado do imposto e que hoje varia de estado para estado. 

“Esse é um ano com calendário apertado e essa questão do alto preço dos combustíveis precisa ser acelerada. Acredito muito que já em fevereiro, especialmente com as propostas que já aprovamos na Câmara e que estão no Senado, temos que unir os esforços no objetivo de reduzir o valor médio que tem sido repassado ao consumidor”, disse Emanuelzinho. 

Para o deputado, além de estabelecer e equilibrar as porcentagens de impostos como o ICMS, pagos sobre o combustível, o parlamento também precisa este ano abrir debates sobre outros fatores que impactam negativamente no valor do combustível. “A aprovação de nossa proposta foi um passo largo, agora é preciso inibir essa variação do ICMS, porque senão não adianta. Vimos prefeitos e governadores nesse meio tempo já com ações de congelamento do ICMS cobrado sobre os combustíveis e fazendo o que é possível no orçamento. Para 2022, temos que abrir os livros e examinar com detalhes as políticas da Petrobras que muito tem a ver com os valores exorbitantes que se cobra do brasileiro na gasolina, no álcool e no diesel. Também somos produtores de petróleo. Respeito e valorizo nossa estatal, mas não podemos sangrar o orçamento familiar somente com foco no mercado internacional, por não olhar os de casa”, completou. 

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Emanuel Pinheiro Neto é atualmente o presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara. Este ano completa seu 1º ano de mandato com federal.

FONTE/REPOST: FOLHAMAX

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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