MATO GROSSO
Sistema Penitenciário doa drone para Gefron ampliar ações de combate aos crimes de fronteira
MATO GROSSO
A Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária (Saap) doou um aparelho de drone para o Grupo Especial de Segurança de Fronteira (Gefron) fortalecer as ações criminais comuns na faixa de fronteira de Mato Grosso. O aparelho foi um dos drones apreendidos neste ano durante tentativas de entregas de produtos ilícitos na Penitenciária Central do Estado (PCE).
A assinatura do Termo de Cautela de doação de um Drone DJI Phantom 4 ocorreu na tarde desta sexta-feira (11.02), na Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), com a presença do secretário, Alexandre Bustamante, secretário adjunto de Saap, Jean Carlos Gonçalves e o coordenador do Gefron, tenente-coronel PM Fábio Ricas.
Conforme levantamento da Saap, os policiais penais aprenderam 25 aparelhos de drones e 495 celulares entre os meses de maio do ano passado e janeiro de 2022, somente na PCE. Os drones são utilizados por criminosos para fazer o transporte de celulares e entorpecente para os internos das unidades penais, ocorrência que costuma ser registrada nas unidades de Cuiabá, Sinop e Rondonópolis.
O secretário adjunto de Administração Penitenciária, Jean Carlos Gonçalves, destacou que já foram doados equipamentos para a Polícia Militar e Polícia Civil, além do Batalhão de Operações Especiais (Bope). “Alguns dos equipamentos apreendidos anteriormente estão sendo utilizados pelos próprios policiais penais para auxiliar na identificação e apreensão de drones que sobrevoam a unidade”.
O coordenador do Gefron, tenente-coronel Fábio Ricas, disse que o drone será destinado ao setor de inteligência e vai ampliar as ações de combate aos crimes na faixa de fronteira. “Esse tipo de equipamento contribui para o reconhecimento de locais utilizados como rota do tráfico e transporte de veículos roubados e furtados na fronteira”.
Números do Gefron
No primeiro mês desse ano, os operadores de fronteira fizeram a apreensão de 32 veículos roubados ou furtados que seriam levados para a Bolívia, além disso, apreenderam mais de 1 tonelada de pasta base e cloridrato de cocaína que estavam sendo trazidas para o Brasil.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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