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Juiz manda Gol pagar R$ 8 mil para passageira por atraso de 7h

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A empresa Gol Linhas Aéreas foi condenada a indenizar em R$ 8 mil uma passageira que sofreu prejuízos ao ter seu voo cancelado em cima da hora. A cliente precisou ficar sete horas no aeroporto sem assistência.

 

A decisão é do juiz Yale Sabo Mendes, da 7º Vara Civil de Cuiabá, que concluiu a falha na prestação de serviço e condenou a ré por danos morais.

 

Na ação indenizatória, a cliente relatou que havia comprado as passagens com a empresa com antecedência. O planejamento era que ela e a família sairiam de Fortaleza, fariam uma conexão em Guarulhos (SP), para depois chegar em Cuiabá.

Nesta programação, os passageiros deveriam sair às 04h10, com horário previsto de chegada às 07h50, onde seria realizada a conexão com tempo máximo de 2h10min, saindo às 10h para o destino final, com chegada prevista às 11h15.

O atraso sete horas do voo, configura falha na prestação do serviço porque implica em descumprimento das obrigações assumidas

No entanto, no dia 18 de setembro de 2019, data de embarque, a família foi surpreendida com o cancelamento do voo sem aviso prévio. Segundo a Gol, a aeronave precisou passar por uma manutenção por falha mecânica, situação que ocasionou a suspensão do voo.

 

Nesta situação, a cliente foi avisada que o próximo voo seria apenas às 06h30, ou seja, mais de duas horas após o horário planejado inicialmente.

Na ação, a passageira detalhou que entre os familiares também estava um criança de 5 anos, o que agravou a situação de espera e falta de respostas. Apesar disso, eles pegaram o voo atrasado e foram para São Paulo. Já no segundo aeroporto, precisaram esperar mais sete horas até embarcar para Cuiabá.

A família só conseguiu chegar na Capital mato-grossense às 18h30, também com um grande atraso de planejamento. Por isso, a cliente decidiu entrar na Justiça para conseguir a indenização por danos morais.

A defesa da Gol contestou as alegações da cliente e negou a falha de serviço, afirmando que o cancelamento foi causado pela “combinação de diversos fatores  existentes no dia do voo”.

Apesar dos argumentos que citavam mau tempo e problemas de infraestrutura, o juiz entendeu que a passageira saiu prejudicada pela falta de suporte da empresa.

O magistrado disse que houve ausência de informação prévia e a falta de realocação em outro voo ou a opção de reembolso aos passageiros.

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“O atraso sete horas do voo, configura falha na prestação do serviço porque implica em descumprimento das obrigações assumidas, atraso ao destino final e desorganiza as programações feitas pelo consumidor”, afirmou na decisão.

Dessa forma, a empresa aérea foi condenada a pagar R$ 8 mil acrescidos de juros de 1% ao mês. Da decisão, cabe recurso.

FONTE/ REPOST: VITÓRIA GOMES – MÍDIA NEWS 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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