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MPE aciona mais 2 ex-deputados por “mensalinho” e exige R$ 29 mi

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O Ministério Público Estadual (MPE) ingressou nesta sexta-feira (18) com mais duas ações civis de ressarcimento aos cofres públicos contra dois ex-deputados estaduais pela suspeita de recebimento de propina para votar a favor de projetos do governo do Estado e da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa. Em valores atualizados, o dinheiro a ser devolvido corresponde ao total de R$ 29,5 milhões.

Desta vez, os alvos são os ex-deputados estaduais Walace Guimarães e Nilson Santos, ambos do MDB, também ex-prefeitos de Várzea Grande e Colíder, respectivamente. 

De acordo com a ação de ressarcimento ao erário protocolada pelo promotor de Justiça Marcos Regenold, Walace Guimarães, recebeu propina mensal no período de fevereiro de 2007 a janeiro de 2012, o que corresponde a R$ 3,5 milhões. Em valores atualizados, a quantia corresponde a R$ 16,5 milhões.

É narrado ainda que no período de fevereiro de 2007 a 31 de janeiro de 2011 o valor mensal da propina correspondia a R$ 30 mil. No período de 1º de fevereiro de 2011 a 31 de dezembro de 2012, o valor da propina foi reajustado para R$ 50 mil.

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O ex-deputado estadual e ex-prefeito Walace Guimarães prestou depoimento ao promotor de Justiça Marcos Regenold e negou que tenha recebido qualquer valor a título de vantagem indevida.

Porém, é ressaltado que a negativa se contradiz com o teor da colaboração premiada do ex-governador Silval Barbosa e do ex-deputado estadual e ex-presidente da Assembleia Legislativa, José Riva, que detalharam o pagamento de propina aos parlamentares desde 1999, período de gestão no Executivo do ex-governador Dante de Oliveira (já falecido). 

“Ficou claro que houve o pagamento de propina mensal ao réu Walace Santos Guimarães no período de 01/02/2007 a 31/12/2012, cujos valores tiveram como origem o desvio de recursos públicos da própria Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o que se constitui em ato de improbidade administrativa e dano de elevada monta ao erário”, diz um dos trechos da ação. 

Com relação ao ex-deputado estadual Nilson Santos, o Ministério Público o acusa de receber R$ 2,773 milhões de propina no período de 26 de junho de 2008 a 31 de dezembro de 2012. Em valores atualizados, a quantia corresponde a R$ 12,340 milhões. O valor inicial da propina correspondia a R$ 30 mil mensal e depois foi reajustada para R$ 40 mil. 

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“Foi dispendido em pagamento de “mensalinhos” para o réu Nilson José dos Santos, durante o seu mandato parlamentar de 26/jun/2008 a 31/dez/2012, proveniente do desvio de recursos públicos da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o montante bruto desatualizado de R$ 2.773.000,00 (dois milhões setecentos e setenta e três mil reais), constituindo este valor o prejuízo sofrido pelo erário”, diz um dos trechos da ação.

FONTE/REPOST: Rafael Costa – FOLHAMAX

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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