MATO GROSSO
Torre de TV é atingida em Kiev; Rússia anuncia ataque a prédios militares
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DA FOLHAPRESS
Uma torre de TV em Kiev, capital ucraniana, foi atingida nesta terça-feira (1º) por uma explosão. Segundo o Serviço de Emergência do Estado da Ucrânia, cinco pessoas morreram e outras cinco ficaram feridas. Desde o fim de semana, as forças russas tentam fechar o cerco à cidade.
O prefeito Vitali Klitschko informou que dois mísseis atingiram a torre e todas as vítimas passavam pela calçada.
Imagem divulgada pelo canal verificado do Telegram do governo ucraniano mostra a explosão. “Os canais ficarão fora do ar temporariamente. Em breve, a energia de backup será ligada para restabelecer a transmissão”, informou.
Nas redes sociais, o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, disse que a “história está se repetindo” -a torre fica no Memorial do Holocausto Babi Yar, onde nazistas mataram mais de 30 mil judeus em dois dias, em 1941.
“Para o mundo: qual é o sentido de dizer ‘nunca mais’ por 80 anos, se o mundo fica em silêncio quando uma bomba cai no mesmo local de Babi Yar? Pelo menos 5 mortos”, declarou Zelensky, em post.
Veja vídeo:
Mais cedo, o Ministério da Defesa russo emitiu um comunicado dizendo que planeja realizar ataques contra prédios do Serviço de Segurança da Ucrânia e do 72º Centro Principal de Informações e Operações Psicológicas em Kiev. As informações foram publicadas pela agência de notícias russa, Tass.
“Pedimos para que os cidadãos ucranianos envolvidos em provocações contra a Rússia, bem como os residentes de Kiev, que vivem perto de estações de retransmissão, deixem suas casas”, informou o ministério russo.
O Ministério da Defesa russo justificou os novos ataques como uma forma de “suprimir ataques de informação contra a Rússia”.
O governo de Vladimir Putin afirma que tem atingido apenas instalações militares, mas imagens divulgadas pela Ucrânia e moradores de diferentes cidades mostram que mísseis têm chegado a prédios civis.
Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), ao menos 102 civis foram mortos em toda Ucrânia e 304 ficaram feridos. Na segunda-feira (28), o governo ucraniano havia informado que mais de 2 mil civis ficaram feridos, incluindo crianças.
Em uma região próxima a Kiev, uma maternidade foi atingida nesta terça pelas forças lideradas por Putin. O hospital está situado no vilarejo de Buzova, na rodovia Zhytomyr, onde ocorrem fortes combates, segundo reportou o Kyiv Independent.
Somente no domingo (28), o canal oficial da Prefeitura de Kiev no Telegram anunciou 13 alertas de ataques aéreos. Novos alertas já foram feitos nesta terça. A cidade está sob toque de recolher entre 20h e 7h locais (15h a 2h de Brasília).
Um funcionário do alto escalão de defesa dos Estados Unidos disse à CNN Internacional que mais de 400 mísseis foram disparados pela Rússia nesta terça-feira.
Ele também disse que, embora o exército russo não tenha alcançado a superioridade aérea, “há áreas em que eles têm mais controle do que outras”.
Desde domingo, um comboio russo foi identificado nas proximidades da capital, mantendo pressão sobre Kiev.
Por causa deste comboio, sirenes têm sido acionadas constantemente para alertar a população, pedindo para que as pessoas se dirijam para abrigos de defesa.
Também no domingo, o jornal New York Times veiculou o movimento dos russos rumo a Kiev. “A linha é tão extensa que não foi totalmente capturada nas imagens de satélite. Em algumas áreas, os veículos aparecem em duas ou três fileiras”, informou.
Para Zelensky, a capital é o principal objetivo das tropas russas. “Para o inimigo, Kiev é um alvo chave. Portanto, a capital está constantemente sob ameaça”, disse em uma mensagem de vídeo na noite de segunda-feira.
Segundo ele, os russos querem deixar Kiev sem eletricidade, mas o presidente ucraniano afirma que os ataques serão neutralizados.
Ao menos 17 países já anunciaram apoio às ações humanitárias e militares dos ucranianos. O Parlamento Europeu, em votação nesta tarde, recomendou que a Ucrânia ganhasse o status de membro da União Europeia. Ontem, o país fez um pedido formal para integrar o bloco.
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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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