MATO GROSSO
Empresária de MT leva modelo de urbanismo de Primavera do Leste a debate internacional em São Paulo
MATO GROSSO
A presença feminina em posições de liderança no mercado imobiliário foi tema central do primeiro encontro do ano da Comissão do Setor Imobiliário da Câmara de Comércio França-Brasil (CCIFB-SP), realizado na última quinta-feira (19), em São Paulo/SP. O evento reuniu executivas e especialistas de diferentes regiões do país para discutir como a atuação das mulheres tem influenciado a governança, a eficiência e a qualificação dos projetos no setor.
Com o tema “Liderança Feminina e Governança no Setor Imobiliário: Eficiência, Desafios Estruturais e Conexões Franco-Brasileiras”, o encontro também abordou a troca de experiências entre Brasil e França, destacando modelos urbanísticos e práticas de gestão que vêm sendo incorporadas ao desenvolvimento das cidades brasileiras.
Participaram do painel Camila Alhadeff, diretora do Instituto Mulher em Construção; Elisa Rosenthal, CEO do Instituto Mulheres do Imobiliário; Sophia Motta, sócia da PSA Arquitetura / PROA Brasil; e Gisele Barco, CEO da Edificatto Desenvolvedora Urbana, que apresentou a experiência de atuação em Primavera do Leste (MT), cidade com forte dinâmica econômica ligada ao agronegócio.
Gisele Barco apresentou, como exemplo, o desenvolvimento do Casa Urbana, masterplan de bairro planejado em Primavera do Leste inspirado em referências internacionais de urbanismo. O projeto reúne, em uma área central da cidade, soluções de uso misto que integram moradia, comércio, serviços e espaços voltados ao bem-estar, com foco na qualificação da vida urbana e na organização do crescimento do município. Segundo a executiva, iniciativas desse tipo refletem uma mudança na forma de pensar o mercado imobiliário, com maior atenção ao impacto dos empreendimentos no funcionamento das cidades.
O mercado imobiliário ainda é majoritariamente masculino, e conquistar espaço em ambientes estratégicos segue sendo um desafio para as mulheres. Quando presentes, o olhar feminino qualifica as decisões e amplia o propósito dos empreendimentos. Essa presença traz uma visão mais integrada do desenvolvimento urbano, com atenção não apenas ao produto, mas ao impacto que ele gera na cidade como um todo.
Projetos como o Casa Urbana nascem dessa lógica, ao considerar o empreendimento inserido em um contexto maior, conectando moradia, serviços e qualidade de vida. Esse tipo de abordagem tende a ganhar cada vez mais relevância à medida que as cidades crescem e passam a exigir soluções mais completas e bem estruturadas”, afirma Gisele.
Durante o debate, as executivas destacaram também que a ampliação da presença feminina no setor está diretamente relacionada à evolução dos modelos de gestão e à busca por projetos mais integrados ao contexto urbano. Também foram discutidos desafios estruturais, como a baixa representatividade histórica em cargos estratégicos e a necessidade de ampliar a participação feminina em decisões de investimento e planejamento.
Sobre a Edificatto Desenvolvedora Urbana
A Edificatto Desenvolvedora Urbana é uma empresa sediada em Primavera do Leste (MT), com 16 anos de atuação, voltada ao desenvolvimento de empreendimentos residenciais e comerciais, horizontais e verticais, com alto know-how construtivo. Com atuação concentrada no município, a companhia assina projetos como o Terraz Condomínio Clube, o complexo Trade Center Primavera, o Seasons Trade Center Residences e o bairro planejado Casa Urbana, além de empreendimentos entregues como Manga Rosa, Riviera Campo Grande e Privilège Residências Contemporâneas. A empresa orienta sua operação por pilares de ética, qualidade, inovação e comprometimento, com foco em infraestrutura completa, áreas de lazer planejadas e oferta de serviços.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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