MATO GROSSO
Setasc capacita servidores municipais para atuar no Cadastro Único e Programa Auxílio Brasil
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), por meio da Secretaria Adjunta de Assistência Social (Saas), deu início, nesta segunda-feira (07.03), à primeira capacitação para servidores municipais sobre Cadastro Único e Programa Auxílio Brasil. O treinamento é em plataforma virtual, tem carga horária de 32 horas e duração de 11 dias úteis.
Desde o ano passado, já foram realizadas quatro capacitações para atender a demanda dos novos servidores municipais da equipe do Cadastro Único e Programa Auxílio Brasil. De acordo com a secretária da Pasta, Leicy Vitório, o objetivo do treinamento é orientar sobre como deve ser feita a entrevista e a coleta de dados socioeconômicos das famílias que possuem perfis para o Cadastro Único.
“A intenção é tornar um conhecimento padronizado em todo o território nacional. As orientações serão sobre os conceitos que fundamentam o processo de preenchimento correto dos formulários”, explica.

A primeira turma deste ano conta com 43 participantes de 43 municípios, sendo eles: Água Boa, Alto Boa Vista, Alto Paraguai, Araputanga, Barão de Melgaço, Barra do Garças, Canarana, Castanheira, Chapada dos Guimarães, Colniza, Confresa, Cotriguaçu, Cuiabá, Curvelândia, Denise, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Indiavai, Ipiranga do Norte, Itanhangá, Itiquira, Jaciara, Juara, Juína, Luciara, Mirassol D’Oeste, Nortelândia, Nova Bandeirantes, Nova Monte Verde, Nova Nazaré, Pontes e Lacerda, Porto dos Gaúchos, Poxoréo, Reserva do Cabaçal, Ribeirãozinho, Rondonópolis, Santo Afonso, Santo Antônio do Leverger, São José do Povo, São Pedro da Cipa, Sinop, Sorriso e Tangará da Serra.

MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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