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Mesatenistas do país estreiam sexta na fase principal do Grand Smash
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A Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF, sigla em inglês) definiu nesta quinta-feira (10) os adversários dos mesatenistas brasileiros nos torneios individuais e de duplas do WTT Grand Smash, em Cingapura. O novo campeonato, criado pela ITTF para ser um dos pilares do circuito mundial, reúne os principais atletas do planeta, entre eles o carioca Hugo Calderano, atual número 3 no ranking da entidade. 

WTT Grand Smash: Brasileiros conhecem caminho que terão de percorrer na fase principal do campeonato
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— CBTM (@CBTM_TM) March 9, 2022
O primeiro a estrear nesta sexta-feira (11) será Vitor Ishiy (51º), às 8h10 (horário de Brasília), contra o sueco Kristian Karlsson (28º). Na sequência, às 8h50, Calderano enfrenta o português João Geraldo (62º). Caso vençam os jogos, Ishiy e Calderano ficarão frente a frente já na próxima fase. Algumas partidas terão transmissão ao vivo nas contas do WTT Grand Smash no YouTube e no Facebook.
Quem também estreia nesta sexta (11), às 10h10, é a dupla Bruna Takahashi e Caroline Kumahara( (361ª ). As brasileiras terão parada dura logo no primeiro jogo, contra Lin Ye/Zeng Jian (21ª). Poucas horas depois, já na madrugada de sábado (12), Bruna volta a jogar, agora na estreia da disputa individual feminina. Número 32 no ranking mundial na disputa de simples, a brasileira medirá forças com a sul-coreana Yang Haeun (85ª ).
O último brasileiro a estrear na fase principal da competição será o paulista Gustavo Tsuboi (40º) que duelará com o alemão Timo Boll, atual número nove do mundo, cujo horário da partida ainda não foi divulgado.
Melhores do Mundo em Cingapura
A competição estreante no circuito mundial contará com estrelas do tênis de mesa mundial. No masculino, além de Hugo Calderano o torneio reúne expoentes como os chineses Fan Zhendong (número 1 do mundo), Ma Long (2º), Liang Jingkun (5º), Xu Xin (9º), Lin Gaoyuan (10º) e Wang Chuqin (13º). Além deles, o japonês Tomokazu Harimoto (4º), o taiwanês Lin Yun-Ju (7º), o alemão Timo Boll (8º) e o nigeriano Quadri Aruna (11º).
A briga pelo título feminino também promete ser acirrada. Estão inscritas as chinesas Sun Yingsha (1ª), Chen Meng (2ª), Wang Manyu (4ª) e Wang Yidi (5ª); as japonesas Mima Ito (3ª), Hina Hayata (6ª) e Kasumi Ishikawa (8ª); a honconguesa Doo Hoi Kem (7ª); a singapuriana Feng Tianwei (9ª); e a sul-coreana Jeon Jihee (10ª).
Estreias de brasileiros
Sexta-feira (11)
8h10 -Vitor Ishiy x Kristian Karlsson (SWE)
8h50 -Hugo Calderano x João Geraldo (POR)
10h10 – Bruna Takahashi / Carol Kumahara x Zeng Jian/Lin Ye (SGP)
Sábado (12)
3h50 -Bruna Takahashi x Yang Haeun (KOR)
8h50 – Gustavo Tsuboi x Timo Boll (GER)
Edição: Cláudia Soares Rodrigues
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
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