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Governo MT resgata direito de moradores de Cuiabá com a entrega 969 títulos de imóveis registrados em cartório e totalmente gratuitos

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O governador Mauro Mendes fez a entrega de 969 títulos de regularização fundiária, na noite desta terça-feira (15.03), a moradores do CPA I, II, III e IV que aguardavam pelo documento definitivo há cerca de 30 anos. Além de resgatar a dignidade das famílias, garante segurança jurídica da propriedade que poderá ser vendida, reformada e pode ser deixada como herança a filhos, netos e outros familiares.

“Estou muito feliz por todos os pais e mães de famílias que receberam o seu documento hoje, pois significa a realização de um sonho. Nós sabemos que esse é um dever do Estado, mas que não vinha sendo feito nas gestões anteriores. Desde que assumimos, o trabalho de regularização fundiária vem sendo levado muito a sério pela importância social que significa ter a casa própria”, afirmou o governador, durante solenidade na Escola Estadual Victorino Monteiro da Silva, no CPA IV.

Em toda Baixada Cuiabana, só neste ano, o Governo de Mato Grosso deve entregar cerca de 7 mil títulos. Já no Estado, a expectativa, até dezembro, é chegar a 20 mil títulos registrados em cartório entregues e sem nenhum custo para as famílias.

“Para vocês avaliarem a diferença, nos quatro anos anteriores à nossa administração, foram entregues apenas 2,3 mil títulos, uma média de 500 títulos por ano. Então, chegar a esse resultado de hoje me deixa muito satisfeito e precisamos falar do esforço dos servidores do Intermat e dos vários parceiros envolvidos nesse projeto”, acrescentou o chefe do executivo.

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Rita de Cassia Costa e Silva, moradora do CPA IV, recebeu o título definitivo das mãos do governador.  Ela disse que estava muito aliviada de finalmente conseguir o documento da casa, após 30 anos aguardando. “É um sentimento de euforia e muita alegria, porque me dá segurança, agora eu posso comprovar que a casa é minha, está aqui o documento. Também poderia deixar de herança para meus filhos quando eu vier a faltar”.

O presidente do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Francisco Serafim, reforçou que o imóvel escriturado garante ao cidadão legitimiodade, como proprietário legal, para fazer a venda do mesmo, reforma e construção com segurança, sem risco de perder o investimento. Além disso, a documentação permite acesso a linhas de diversos financiamentos usando o bem como garantia.

“A concretização de mais uma entrega é a finalização de um trabalho iniciado em gestões passadas que ficou pendente, então, pegamos vários projetos de regularização fundiária deixados pela metade por outros governos e se arrastavam há décadas. É gratificante finalizar aquelas missões e oferecer dignidade aos moradores”, disse Serafim.

Pioneiro no bairro CPA, o morador João Viana de Oliveira, 71 anos, disse que a tristeza pelos tantos anos de espera se transformou em felicidade. Ele comemorou ao lado de amigos e familiares o recebimento do título definitivo, após 36 anos de angústia e espera. “Este é um momento único, excepcional, para mim e todos os moradores. Essa conquista veio quando a gente já havia perdido a esperança, comprovando que esse é um Governo que promete pouco, mas que faz muito”.

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Parceiros na ação

A entrega dos títulos dos imóveis é resultado da parceria do Governo de Mato Grosso com a empresa MT Par e a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), totalizando R$ 9 milhões em investimentos.

“Antes, o tempo de espera para finalizar uma escritura levava em média dois anos, mas a parceria entre as instituições permitiu dar celeridade ao processo e reduzir o tempo de espera da população. Estamos aqui hoje comprovando que é possível fazer mais, de forma rápida e inteiramente gratuita”, disse o presidente da ALMT, Eduardo Botelho.

O presidente do MT PAR, Wener Santos, parceiro do Intermat neste trabalho de regularização, declarou que é missão da MT Par fomentar essas parcerias e com isso trazer melhores resultados para a gestão estadual. Ele salientou a importância do impacto social desse trabalho conjunto para todo o Estado de Mato Grosso.

Outro importante parceiro é o Tribunal de Justiça de Mato Grosso que atuou no acompanhamento do trabalho dos Cartórios para que o registro de cada documento fosse realizado dentro prazo correto para ser entregue ao proprietário.

Entre as autoridades presentes no evento estavam os deputados estaduais Elizeu Nascimento, Paulo Araújo e Carlos Avalone, a primeira suplente de senador, a Margareth Buzetti, e a secretária de Estado de Comunicação, Laice Souza.

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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