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Ônibus com 26 passageiros tomba na BR-163 e deixa feridos em MT

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Um ônibus tombou na manhã desta quinta-feira (31) na BR-163, em Lucas do Rio Verde (330 km de Cuiabá), próximo à comunidade de São Cristóvão. O veiculo transportava 28 ocupantes, sendo 2 motoristas e 26 passageiros. 

Segundo a Concessionária Rota do Oeste e a Polícia Rodoviária Federal, as equipes foram acionadas às 9h15 para o atendimento de uma ocorrência no km 661 da BR-163, em Lucas do Rio Verde, envolvendo o tombamento de um ônibus de viagem sobre a faixa de domínio sentido norte. 

Equipes de resgate da Rota do Oeste estão no local realizando atendimento às vítimas. As primeiras informações indicam 28 ocupantes no veículo, sendo dois motoristas e 26 passageiros.

Ainda não foi informado o estado de saúde das vítimas. O Corpo de Bombeiros e ambulâncias da prefeitura de Lucas do Rio Verde também auxiliam no atendimento.

FONTE/ REPOST: LETÍCIA KATHUCIA – FOLHA MAX 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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