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Após 38 anos, seleção sub-17 conquista bi em Montaigu, na França
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A seleção brasileira masculina de futebol Sub-17 quebrou um jejum de 38 anos ao conquistar o bicampeonato no Torneio de Montaigu (França), de forma invicta, depois de desbancar a Argentina na final, com vitória por 2 a 0. A dupla palmeirense Endrick (atacante) e Luís Guilherme (meia) decidiram para os brasileiros, e Augustín Ruberto descontou para os hermanos na disputa do título, na tarde desta segunda-feira (18). Em 2018 o Brasil também chegou à final em Montaigu, mas perdeu nos pênaltis para Portugal. O primeiro título foi conquistado em 1984. 

É CAMPEÃO! #SeleçãoSub17 venceu a Argentina por 2 a 1 e conquistou o Torneio de Montaigu. Valeu, garotada!! 🏆🇧🇷 pic.twitter.com/TClAraok5F
— CBF Futebol (@CBF_Futebol) April 18, 2022
A vitória sobre a Argentina corou uma campanha exitosa da seleção no torneio francês. Sem perder nenhum jogo, o ataque brasileiro somou 11 gols, cinco deles marcados por Endrick, artilheiro da competição, que balançou a rede em quatro partidas. O meia Guiherme anotou outros três gols.
Na edição deste ano, a seleção Sub-17, comandada pelo técnico Phelipe Leal, goleou o México na estreia por 4 a 0, empatou em 2 a 2 com a Holanda, e superou a Inglaterra por 3 a 0 antes de chegar à final contra a Argentina.
Jogo
Com menos de dois minutos de jogo, Luís Guilherme lançou o camisa 9 Endrick, que partiu em velocidade, ganhou a dividida com o goleiro argentino e mandou para o fundo da rede, abrindo o placar para o Brasil. Na sequência, a dupla teve chance de ampliar, mas o goleiro Díaz evitou. Os hermanos equilibraram a partida e chegaram ao empate aos 13 minutos, com Ruberto. O duelo seguiu acirrado, com oportunidades de lado a lado, até que aos 34 minutos, Endrick foi derrubado dentro da área, e o juiz anotou pênalti, que Luis Guilherme cobrou com maestria, fazendo o segundo do Brasil.
Após o intervalo, o jogou seguiu acelerado. A melhor chance da seleção surgiu aos 19 minutos, em cobrança de falta de João Henrique, que o goleiro Díaz afastou. A bola ainda sobrou para Da Mata, mas ele acertou a trave. Em seguida foi a a vez de Alejo quase marcar para os argentinos. E eles buscaram o empate até os minutos finais, mas o goleiro César fez boas defesas e a vitória foi mesmo verde e amarela.
Edição: Cláudia Soares Rodrigues
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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