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Cine Teatro Cuiabá exibe mostra de curtas-metragens sempre às terças-feiras

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O Cine Teatro Cuiabá abre as portas para a sessão Realizador@s de MT. Premiado em festivais internacionais, o curta Celeste, dirigido e protagonizado por Eduardo Butakka, tem estreia presencial marcada para esta terça-feira (19.04), às 19h30. Antes da sessão, a partir das 19h, no foyer do Cine Teatro, o cantor João Reis apresenta um pocket show com voz e violão.

A exibição abre o calendário das já tradicionais exibições audiovisuais semanais (sempre às terças-feiras) desse importante aparelho da cultura em Mato Grosso, que neste ano comemora os 80 anos de sua inauguração (o Cine Teatro Cuiabá foi aberto ao público em 23 de maio de 1942).

A entrada é gratuita e a classificação indicativa é de 16 anos. A partir das 19h30 é permitido estacionar em frente ao Cine Teatro Cuiabá.

A sessão Realizador@s de MT integra o projeto Encontros com Cinema, que nesta primeira edição apresenta obras audiovisuais de Eduardo Butakka, Thyago Mourão e convidados. A programação da noite traz outras sete atrações, entre curtas de humor protagonizados por Butakka e Mourão e audiovisuais de coletivos parceiros, como o MT Queer, que terá exibido o curta Lágrimas de Normah, dirigido por Elton Martins e protagonizado por Eloá Pimenta.

Como é de costume na sessão Realizador@s de MT, depois da exibição ocorre um bate-papo entre o público presente e os realizadores dos curtas, mediado pela pesquisadora e crítica de cinema Aline Wendpap.

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“Vitamina D” e exibição de clipes

A sessão também exibirá dois clipes produzidos e codirigidos por Thyago Mourão: Tá, de Ana Rafaela, e Nas nuvens, de João Reis (artista que fará o esquenta que antecede as exibições no Cine Teatro Cuiabá). Completa o programa a exibição de Vitamina D, curta de Severino Neto, Rafael de Carvalho (que dirigiu todos os episódios do coletivo Não Convém, em exibição) e Luis Aguer, obra realizada no primeiro ano da pandemia de Covid-19.

Atração da próxima semana

Em 2022, além da sessão Realizador@s de Mato Grosso o projeto Encontros com Cinema exibirá produtos audiovisuais mato-grossenses oriundos dos incentivos da Lei Aldir Blanc, sempre com entrada gratuita. Na próxima terça, 26 de abril, será exibido o documentário de Leonardo Sant’Ana Natalino Ferreira Mendes: Mestre da Cultura, produzido no contexto do Edital Mestres da Cultura da Lei Aldir Blanc. O filme apresenta vida e obra de Natalino Ferreira Mendes, educador, escritor e historiador do município de Cáceres-MT. Conhecido como Professor Natalino, Mendes dedicou a vida a diversas frentes ligadas à cultura e à educação.

Participou ativamente do desenvolvimento de instituições de ensino da região, foi responsável pelo registro e salvaguarda de acervos importantes para história de Mato Grosso, além de também ter cantado em versos o cotidiano do povo e as belezas naturais de sua região. A exibição realizada em parceria entre Cine Teatro Cuiabá, Academia Mato-grossense de Letras, Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso, Lei Aldir Blanc em Mato Grosso, Secel/Governo do Estado de Mato Grosso, Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura e Governo Federal.

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Sobre o Cine Teatro Cuiabá

O Cine Teatro Cuiabá foi inaugurado em 23 de maio de 1942 e desde então tem sediado grandes espetáculos cinematográficos, cênicos e musicais. A capacidade da sala de exibições é de 515 espectadores. O Cine Teatro Cuiabá está sob gestão da Associação Cultural Cena Onze, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), em razão do Termo de Colaboração firmado com a Secretaria de Estado de Cultura de Mato Grosso em maio de 2016. Acesse facebook.com/cineteatrocuiaba e instagram.com/cineteatrocba e saiba mais sobre a programação do Cine Teatro Cuiabá.

Serviço

Exibição de obras audiovisuais de Eduardo Butakka, Thyago Mourão e convidados, incluindo o inédito Celeste (Eduardo Butakka, 2022, 8’), seguido de bate-papo com realizadores mediado pela pesquisadora e crítica de cinema Aline Wendpap.

Na terça-feira, 19 de abril, a partir das 19h30 (pocket show com cantor João Reis a partir das 19h no foyer do Cine Teatro)

No Cine Teatro Cuiabá (a partir das 19h30 é permitido estacionar em frente ao Cine Teatro Cuiabá).

Entrada gratuita; bilheteria liberada.

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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