Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Gefron e Polícia Federal apreendem 122 kg de pasta base de cocaína em Cáceres

Publicados

MATO GROSSO


O Grupo Especial de Segurança de Fronteira (Gefron) e a Polícia Federal (PF) apreenderam 122 quilos de pasta base de cocaína, no Rio Paraguai, em Cáceres (217 km de Cuiabá).  A droga foi avaliada em R$ 2,2 milhões. Um suspeito foi preso em flagrante.

Ao verem os policiais, uma parte dos suspeitos desembarcou e fugiu pelas margens do rio, enquanto o condutor da embarcação seguiu por cerca de 10 quilômetros, sendo preso em seguida.

Durante as buscas aos suspeitos que fugiram pela mata, houve disparo de arma de fogo contra os policiais, que revidaram. Não houve feridos na troca de tiros. Com o apoio da Polícia Federal, as buscas pela mata continuaram até a localização de diversas bolsas carregadas com 117 tabletes de pasta base de cocaína.

O entorpecente e a embarcação foram apreendidos e encaminhados à Polícia Federal de Cáceres. Após checagem, os policiais identificaram que o suspeito preso já possuía passagens criminais por tráfico de drogas, formação de quadrilha, porte ilegal de arma e ameaça. 

Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  VÍDEO: Neste mês de fevereiro a Polícia Militar está capacitando 250 policiais. Eles vieram a Cuiabá, para realizar o curso e depois retornam a vários municípios do interior para trabalhar.
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  Gisela rebate Abílio: “Votou por soltar membro do alto escalão do crime”

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA