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Superliga: atrás de 5º título, Wallace elogia torcida do Sada Cruzeiro

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De volta após cinco anos, Wallace foi mais uma vez decisivo para o Sada Cruzeiro na temporada. O oposto brilhou na vitória sobre o Fiat Gerdau Minas Tênis Clube, por três sets a dois (26/24, 21/25, 15/25, 25/22 e 15/11), no primeiro jogo da final da Superliga Masculina de vôlei. Ele anotou 25 pontos na partida de sábado (23) à noite, no ginásio Divino Braga, em Betim (MG), sendo eleito o melhor atleta em quadra.

O segundo duelo será no próximo domingo (1º), às 10h (horário de Brasília), em local a ser definido. O mando é do Minas, que não pode receber o jogo na sede do clube, em Belo Horizonte, pelo fato de a capacidade da arena não ter o mínimo de cinco mil lugares exigido pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), mesma razão pela qual o Sada Cruzeiro, que atua em Contagem (MG), levou a partida de sábado para Betim. Os celestes ficam com o título em caso de nova vitória. Os minastenistas têm que ganhar para forçar um terceiro encontro no outro domingo (8), também às 10h.

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“Eu entro em quadra para ajudar a equipe, independentemente da minha pontuação. E hoje [sábado] foi um dia em que pude fazer isso. Não é fácil você se manter bem durante toda a partida, mas hoje eu consegui seguir dentro de uma regularidade ao longo de todo o jogo. A torcida foi fundamental nos momentos de dificuldades”, comentou o jogador ao site da CBV.

Wallace esteve presente nos quatro primeiros títulos dos seis que o Sada Cruzeiro obteve na Superliga. O oposto de 34 anos também integrou o elenco nas três conquistas do Mundial de Clubes, sendo a última delas em 2021.

“Agora vamos estudar, ver o que a gente fez de bom, o que foi ruim, para nos prepararmos para o próximo jogo. Não tem nada ganho e temos muito trabalho pela frente”, emendou o veterano, em depoimento à página oficial do clube mineiro.

Diante de 5,5 mil torcedores em Betim, o Sada Cruzeiro – que manda os jogos no ginásio Riachão, em Contagem (MG) – foi mais regular no primeiro set, marcado por trocas no comando do placar, vencendo por 26 a 24. Apesar de sair atrás na parcial seguinte, o time celeste reagiu e chegou a ter 18 a 16 de vantagem, mas o Minas se recuperou e não só empatou a partida (fazendo 25 a 21), como virou o placar, com um avassalador 25 a 15.

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A volta por cima dos anfitriões veio no quarto set, marcada por um bloqueio do central Otávio, que colocou o Sada Cruzeiro à frente na parcial e levantou a torcida no ginásio. A equipe da casa conseguiu administrar a vantagem em três pontos, fazendo 25 a 22. O time celeste manteve o ritmo no tie-break, sempre na dianteira do marcador e liderado por Wallace, definindo o duelo com um 15 a 11.

“Foi uma pena não sairmos com a vitória. Tivemos uma marcação muito bem-feita, mas do outro lado tinha o Wallace, que desafogou, fez a diferença, é um craque. O jogo foi um grande espetáculo, foi digno de final de Superliga. Saímos daqui com aquele gostinho de que poderíamos vencer. Agora é focar na próxima partida para revertermos a situação. Ainda temos muita competição pela frente”, comentou o levantador William, do Minas, ao site da CBV.

Edição: Fábio Lisboa

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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