MATO GROSSO
Governo viabiliza substituir 11 pontes de madeira no Médio Norte; prefeitos mencionam obras em outras cidades
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O convênio firmado entre a prefeitura de Nova Maringá (250 km de Nova Mutum) está possibilitando a substituição de pontes de madeira por aduelas de concreto, que estão sendo implantadas no Córrego Cristalino, no Jardim Europa, e também no Córrego do Café, na Rua Andréia. Outras duas já foram instaladas no Jardim Maíra e Jardim Tropical.
O convênio foi autorizado no segundo semestre do ano passado, pelo governador Mauro Mendes, para fornecer 240 metros de aduela, valor de R$ 1,1 milhão, e substituindo 11 pontes de madeira no município. Nessa parceria, o Estado fornece as estrutura de concreto e a prefeitura é responsável pela mão de obra e instalação.
Em São José do Povo (260 km ao Sul de Cuiabá), a prefeitura destacou a utilização das máquinas doadas pelo Governo do Estado ao Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico Social e Ambiental da Região Sul (Cideasul). Uma escavadeira hidráulica está sendo utilizada para realizar o rebaixamento do morro localizado entre os assentamentos Sandrine e João Pessoa, com o objetivo de melhorar o acesso naquela região.
O governo do Estado investiu, recentemente, R$ 142 milhões na aquisição de 250 máquinas, que foram repassadas para prefeituras, consórcios e associações em todas as regiões. São José do Povo recebeu uma pá-carregadeira e o Cideasul uma pá-carregadeira e uma escavadeira.
O prefeito de Alto Araguaia, Gustavo Melo, divulgou vídeo com as máquinas doadas pelo governo arrumando as estradas do Cinturão Verde do município, localidade que abriga dezenas de agricultores familiares. “Nunca, em quase 84 anos de história, Alto Araguaia foi tão assistida quanto agora”, afirmou o prefeito, durante entrega de máquinas da Infraestrutura e Agricultura Familiar. “Alto Araguaia respira desenvolvimento e é a cada dia mais beneficiada”, finalizou.
As máquinas doadas pelo governo também estão em ação em Guiratinga e Poxoréu, que juntos receberam quatro motoniveladoras e uma escavadeira. Os equipamentos estão trabalhando na região do Areia, na divisa entre os municípios, para recuperar os acessos locais.
As vias são utilizadas pelos moradores da região e é fundamental para o transporte escolar e transporte de insumos para a produção agrícola. Segundo o prefeito de Guiratinga, Barga Rosa, destaca a utilização das máquinas. “A população pode ter certeza que tudo o que for necessário será feito para a qualidade das estradas”, afirmou.
Em Tesouro, a prefeitura municipal destacou a construção da ponte no Rio Pratinha, na MT-110. Segundo a publicação, essa é a última ponte de madeira na rodovia, que liga o distrito de Batovi até a BR-070. É destacado que a obra está em ritmo acelerado e vai garantir trafegabilidade e segurança. Com 30,5 metros de extensão, o governo de Mato Grosso está investindo R$ 1,3 milhão na construção desta ponte.
Por fim, o prefeito de Curvelândia, Jadilson Alves, mostrou o trabalho de tapa-buraco realizado na MT-250, entre o município e Mirassol D’Oeste. A obra faz parte dos serviços de manutenção e correção preventiva, realizados pela secretaria estadual de Infraestrutura em todo o Estado. “Agradeço ao governador Mauro Mendes e a Sinfra, por essa iniciativa que vem atendendo nossas necessidades”, afirmou.
Só Notícias (foto: arquivo/assessoria)
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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