MATO GROSSO
Pantanal Shopping está otimista com as vendas de dia das mães devido à vacinação e estabilização da pandemia
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Considerada a segunda data do ano mais importante para o varejo brasileiro, as vendas para o Dia das Mães são vistas com otimismo pelos lojistas do Pantanal Shopping. O sentimento vai ao encontro da pesquisa divulgada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), realizada com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), que aponta que 79% dos consumidores devem realizar ao menos uma compra no período. A positividade é decorrente, também, da vacinação e estabilização da pandemia do coronavírus (covid-19).
Em Cuiabá, de acordo com levantamento do Núcleo de Inteligência de Mercado da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL de Cuiabá), o local escolhido por 42,2% dos consumidores para realizar as compras para o Dia das Mães são os shoppings centers. Entre os presentes mais procurados estão os vestuários e acessórios femininos (29,7%), seguidos por cosméticos/beleza (27,9%) e calçados (11,5%).
O movimento de compra dos consumidores já começou a ser observado pela lojista Raquel Menezes, proprietária da loja Via Mia. Com ampla variedade em acessórios e sapatos femininos, na última semana a loja recebeu alta demanda por bolsas. “Estamos com uma promoção na qual a cada R$ 300 em compras, o cliente ganha três cadernos ilustrados por uma artista carioca chamada Di Couto”, conta.
Ela destaca que a loja atende mães de todas as idades e possui produtos voltados ao público vegano. Os itens variam de R$ 39,90 a R$ 399,90, e o ticket médio da loja é de R$ 180 a R$ 220.
Já no setor de vestuário, a proprietária da Vértyce, Daniele Linhares, comenta que os clientes têm buscado por vestidos e conjuntos para presentear as figuras maternas, e que a loja possui uma variedade de looks que atendem a diversos gostos e preferências. “A nossa expectativa é que tenhamos um crescimento de 20% nas vendas nesse período”, projeta. A loja conta com produtos a preços variados, como vestidos de R$ 189,90 a R$ 329,90 e blusas de R$ 99,90 a R$ 189,90.
De acordo com a pesquisa da CDL Cuiabá, 42,8% dos entrevistados disseram estar dispostos a gastar entre R$ 101 a R$ 200 com o presente para o Dia das Mães, sendo que 25,7% pretendem comprar dois ou mais produtos.
*Promoção*
“Mãe, seu amor se faz presente todo dia” é a campanha especial de Dia das Mães do Pantanal Shopping. Na promoção, nas compras acima de R$ 250, o cliente ganha um número da sorte para concorrer a um Chevrolet Tracker 0 km. A ação ocorre até o dia 08 de maio.
Para participar, os clientes devem baixar o aplicativo do shopping, disponível para Android e IOS, e cadastrar ou atualizar os dados pessoais. Em seguida devem digitalizar os cupons fiscais da compra e aguardar a validação para receber o número da sorte. Nas compras realizadas de segunda a quinta-feira, os clientes ganham números da sorte em dobro. O sorteio do veículo será realizado no dia 11 de maio às 14h.
A campanha também contou com “compre e ganhe”, no qual, além do número da sorte, o cliente ganhava um Kit Nativa Spa O Boticário. Os mais de 2.500 brindes esgotaram em 15 dias da promoção.
*Sobre o Pantanal Shopping*
Com 17 anos de história, o Pantanal Shopping é referência em compras, lazer e entretenimento e inovação em Mato Grosso. Primeiro empreendimento de porte regional no Estado, o shopping conta com mais de 270 lojas e quiosques, sendo 12 âncoras e 7 megalojas, e registra um fluxo anual de 9,2 milhões de pessoas e 2,6 milhões de veículos.
O empreendimento faz parte da rede Ancar Ivanhoe e se solidifica a cada ano, graças aos diferenciais que oferece: constante modernização, busca na diversificação do mix de produtos e serviços e atrações inéditas.
Em dezembro de 2021 inaugurou o Terraço do Pan, uma área com 1,3 mil metros quadrados com ambiente fechado e aberto, no qual foram investidos R$ 8 milhões. É o rooftop da Capital, com uma vista privilegiada da cidade. Abriga 10 operações que oferecem o que há de melhor na culinária local e proporciona momentos de entretenimento e lazer de forma leve, acessível e descontraída.
Assessoria
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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.