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“Estamos conseguindo fazer um bom trabalho porque sabemos que o recurso do Estado será repassado”, afirma prefeito de Juína

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O prefeito de Juína, Paulo Veronese, destacou a confiança dos gestores municipais com o Governo de Mato Grosso, que investe nos municípios por meio de convênios para obras e ações em todos os setores.

“Governador, só estamos conseguindo fazer bons trabalhos porque a gente sabe que no final do mês, no final da semana, o recurso do Estado é repassado. Então, nós estamos muito felizes, estamos todos os prefeitos conseguindo fazer obras porque temos essa certeza. Coisa que não acontecia lá atrás, né?”, afirmou Paulo Veronese.

O chefe da administração de Juína contou que tem aprendido muito de gestão pública com o exemplo de Mauro Mendes.

“Tenho me espelhado muito na gestão do Governo do Estado. O que mais eu tenho ganho, e eu acho que o município e a administração pública dos municípios têm ganho com a administração Mauro Mendes é a orientação, é trazer assessorias que fazem com que nossas administrações, se tornam melhores. Não é só o estado que está crescendo como administração, mas todas as prefeituras que têm buscado o governador no sentido de orientação. Eu acho que ganho na administração pública se traz com o exemplo, exemplo que o senhor está dando para nós de como administrar o estado. E a gente está refletindo isso na nossa administração”, completou Veronese.

Além disso, o prefeito pontuou que está investindo em outros setores com o apoio do governo. “Estamos tendo um pouquinho de fôlego com a certeza dos repasses que o senhor está nos dando. Com esses convênios, o dinheiro que iria para o asfalto, a gente consegue colocar em um novo posto de saúde, uma reforma de creche, enfim, em toda a estrutura do município”.

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Investimentos em Juína

O município de Juína recebeu, em três anos, mais de R$ 166 milhões em investimentos do Governo de Mato Grosso. Entre as principais obras lançadas está a construção do Hospital Regional, que contará com 111 leitos de enfermaria e 40 de UTIs, entre adultas, pediátricas, neonatal e unidade semi-intensiva neonatal, para atendimento na média e alta complexidade.

As obras já tiveram início e o investimento é de R$ 106 milhões.

Por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), o governo investe mais de R$ 49 milhões para restauração de 106 quilômetros da MT-170, no trecho entre Juína e Castanheira.

Na área da educação, foram mais de R$ 6 milhões investidos para a compra de computadores para professores da rede estadual durante a pandemia, manutenção de unidades escolares, além de repasses para pequenos reparos e compra de materiais para 11 escolas, além da Assessoria Pedagógica de Juína.

O valor ainda engloba a compra de dois micro-ônibus para transporte escolar e o investimento de R$ 3.328.324,58, empregados para a construção da Escola Estadual Indígena Enawenê-Nawê.

A população de Juína também tem sido beneficiada com ações sociais desenvolvidas pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), que, apenas para o município, entregou 4 mil cestas básicas e 625 filtros de barro para famílias em situação de vulnerabilidade. Os filtros fazem parte de um programa para garantir que as famílias de baixa renda tenham acesso à falta filtrada.

A Setasc também distribuiu 1,6 mil cobertores e repassou mais de R$ 800 mil como transferência de renda, por meio dos programas sociais do governo estadual.

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A agricultura familiar também foi atendida nesta gestão. Foram investidos mais de R$ 500 mil para fortalecer as atividades dos agricultores familiares, por meio da entrega de quatro patrulhas mecanizadas, 16 tanques resfriadores, além da distribuição de embriões bovinos e doses de sêmen bovino, e de 500 toneladas de calcário.

Micro e pequenos empresários da região também foram atendidos por meio da agência de fomento do Governo do Estado, a Desenvolve MT, e a população em geral teve acesso a eventos culturais financiados pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer.

Ainda, o Governo do Estado investiu na segurança da população por meio de repasses para o Corpo de Bombeiros. Além da aquisição de novos 78 equipamentos de salvamento, os valores foram empregados para a reforma do quartel e aquisição de uma viatura para busca e salvamento.

Além disso, o governador assinou convênios para asfalto novo nos bairros Padre Dulio (R$ 3 milhões), Palmiteira (R$ 1,4 milhão), São José Operário (R$ 340 mil) e Módulo V Setor E e F (R$ 4,2 milhão).

Outra obra de infraestrutura que recebeu recursos do Governo via convênio, na ordem de R$ 1,7 milhão, foi para a pavimentação, drenagem, calçadas e sinalização na estrada de acesso ao Instituto Federal de Mato Grosso, com extensão de 9,8 mil m². Também foram firmados convênios para conservação asfáltica em diversas avenidas, no valor de R$ 2,3 milhões.

Na Educação, o Governo de Mato Grosso repassa R$ 200 mil para o município reformar o Ginásio Egnaldo Mendonça.

Fonte: GOV MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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