MATO GROSSO
Gefron recupera duas caminhonetes que seriam levadas para a Bolívia
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Duas caminhonetes foram recuperadas, na tarde de terça-feira (10.05), em Pontes e Lacerda (433 quilômetros de Cuiabá no sentido Oeste), pelo Grupo de Operadores de Segurança de Fronteira (Gefron), logo após serem roubadas na residência dos moradores, mantidos em cárcere privado pelos assaltantes. Preso, um dos suspeitos confessou que os veículos seriam levados para a Bolívia.
Ao receber a informação sobre o roubo, os operadores do Gefron se dividiram e seguiram para as duas rotas de fuga do município. Uma das equipes se dirigiu à MT-265 e encontrou um dos veículos, uma caminhonete GM S10, e sinalizou para o motorista parar. O suspeito acelerou, mas perdeu o controle do veículo e saiu da pista. Mesmo assim, conseguiu fugir pela mata. Os policiais fizeram buscas pela região, mas não conseguiram localizá-lo.
A outra equipe seguiu pela BR-174 e localizou o segundo veículo, uma Toyota Hillux. O outro suspeito tentou fugir, mas também perdeu o controle do veículo, caiu em uma vala e foi detido. Tanto os veículos quanto o suspeito detido foram encaminhados à Delegacia de Polícia de Porto Esperidião, responsável pela investigação do caso.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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