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Operação fiscaliza 128 veículos e prende nove pessoas por embriaguez ao volante em Cuiabá

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Doze motoristas foram presos durante a 48ª Operação Lei Seca, realizada na noite deste sábado (14.05), na Avenida Miguel Sutil, bairro Cidade Alta, em Cuiabá. Ao todo, nove foram detidos por embriaguez ao volante, dois por desacato e um por pose de entorpecentes.   

Na operação, 17 condutores foram flagrados dirigindo sob efeito de álcool, sendo autuados pela prática. Foram realizados 141 testes de alcoolemia, no entanto seis motoristas se recusaram a fazer o teste. 

Três motoristas foram detidos por conduzirem sem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e 31 por estarem com veículo sem registro ou não licenciado. 

Nesta operação, foram registrados 65 Autos de Infração de Trânsito (AITs). Ao todo, 128 veículos foram fiscalizados, dentre eles, 44 foram removidos, dos quais 41 carros e três motocicletas. Outros 50 foram autuados. Os agentes recolheram ainda 14 CNHs e um Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV).

Sobre a operação 

A Lei Seca é coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI/Sesp) e conta com as forças integradas da Polícia Militar, por meio do Batalhão de Trânsito (BPMTran); da Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran); do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob).

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Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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