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Escola Estadual Cesário Neto destaca Educação como instrumento de transformação social

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A Escola de Desenvolvimento Integral de Educação Básica (Edieb) Professor Antônio Cesário de Figueiredo Neto, no centro de Cuiabá, encontrou uma forma divertida e interativa de mostrar à comunidade escolar os primeiros resultados de aprendizagem dos alfabetizandos do Programa MT Muxirum. O evento, denominado ‘Culminância de Atividades e Projetos Desenvolvidos por meio do Material Estruturado EJA’, realizado na noite de quarta-feira (25.05), nas dependências da escola, foi uma celebração com apresentação de músicas, teatro, dança e culinária regional.

Professores, equipe técnica e alunos participaram ativamente da programação, que mostrou à comunidade escolar a somatória da aprendizagem por meio do Sistema Estruturado de Ensino, usado pelos alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) na escola.

“Otimizamos a aprendizagem e os resultados são impressionantes”, analisa a diretora pedagógica, Fabia Melo. Segundo ela, além de ser um parâmetro para aprimorar os conhecimentos, o material vem ajudando nas intervenções pedagógicas. “Foi um ganho para a educação pública”, avaliou, destacando que o evento é a prova material desse sucesso.

A diretora salienta que a EJA avança na proposta de formação humana e social, ao respeitar a cultura, experiência e conhecimentos adquiridos ao longo da vida dos alunos, complementados com valores e saberes novos e saberes técnicos e específicos. “Trabalhamos com um sistema humanizado e dentro da realidade”, assegura Fabia

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A culminância foi, também, um instrumento de integração. Alunos se misturaram aos convidados, mostrando que o sistema educacional funciona como uma grande família, onde há aprendizado de ambos os lados. “É através da educação, que mudamos o mundo, uma vez que ela permite que o indivíduo se torne mais crítico. Mais do que isso, ela torna possível o nosso desenvolvimento social, econômico e cultural”, comparou o diretor Regional de Educação (DRE) Polo Cuiabá, Fábio Bernardo.

Fábio reforça que a educação é capaz de impactar na diminuição da desigualdade social, contribuindo também para uma sociedade menos violenta, visto que ela ajuda a superar a intolerância. “A qualidade do ensino, que vimos na escola Cesário Neto, é uma prova de que estamos no caminho certo”.

O coordenador do Programa Muxirum, Manoel Sátiro, concorda com este pensamento. “Acredito que a nossa missão, além de produzir transformação, é contribuir para a construção de uma sociedade renovada, democrática, fraterna e participativa”. Segundo ele, o Programa MT Muxirum promove o resgate para a visibilidade social de centenas de pessoas, que não tiveram a oportunidade de estudar ou que foram obrigadas a interromper o aprendizado por algum motivo.

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O conteúdo programático do MT Muxirum é regionalizado, seguindo os padrões da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o Documento de Referência Curricular de Mato Grosso (DRC-MT). Contempla as mais diversas áreas do conhecimento e está organizado de acordo com as necessidades de cada ano, considerando a progressão da aprendizagem.

Dentro da oferta de conteúdo do Sistema Estruturado de Ensino, além das apostilas, alunos e professores também contam com plataforma digital, banco de perguntas, aplicativo, avaliações e exercícios complementares, formação continuada dos professores, com duração de 120 horas por ano.

“Só por meio da Educação podemos promover a transformação de uma sociedade. Se ela tem os recursos da tecnologia, além do elemento humano bem preparado para ensinar, fica ainda melhor”, conclui Fábio Bernardo. 

Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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