MATO GROSSO
“Montante de investimentos como esse nunca foi visto na cidade”, destaca prefeito de Brasnorte
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O governador Mauro Mendes autorizou, nesta sexta-feira (26.05), a celebração de dois convênios, no valor total de R$ 13,4 milhões, com a Prefeitura de Brasnorte, para obras de asfaltamento da pista de pouso do aeroporto municipal e de ruas de cinco bairros.
A pista de pouso e decolagem terá extensão de 1.300 m x 23 m. Para executar a obra, o Governo vai investir R$ 5,1 milhões, em recursos do Programa de Investimento nos Aeródromos Regionais.
A segunda autorização de convênio contempla os bairros Renascer, Jardim das Oliveiras, Bela Vista, Arco Íris e Parque das Nações, com extensão total de 84.689,40 m² de asfalto novo em ruas e avenidas. O investimento é na ordem de R$ 8,2 milhões, sendo R$ 6 milhões recursos do Governo de Mato Grosso, com parceria do senador Carlos Fávaro, e o restante do município.
O prefeito de Brasnorte, Edelo Marcelo Ferrari, fez questão de frisar que o montante em investimentos do Governo do Estado é algo inédito para o município.
“Estamos muito felizes com a vinda do governador aqui em Brasnorte e feliz também por ele olhar pelos 141 municípios do Estado e trazer tantos investimentos. Nunca na história desse município um governador investiu tanto como agora. O máximo de recurso que tínhamos recebido era de uma emenda de R$ 700 mil para asfalto. E, agora o governador está destinando R$ 6 milhões para asfalto urbano e R$ 5,1 milhões para o aeroporto. Esse governo só tem nos dado alegria”, afirmou.
O prefeito destacou ainda que o asfalto na pista de pouso vai beneficiar toda a população, que atualmente é 21 mil habitantes, principalmente com relação ao atendimento com UTIs aéreas. “O atendimento será mais eficaz a qualquer hora do dia ou da noite, além disso vai atrair mais investidores para o município”.
O governador Mauro Mendes pontuou que a cidade de Brasnorte está em um local em que a logística aérea é fundamental e o asfaltamento do aeroporto vai beneficiar tanto o lado econômico, como o social.
“Nós consertamos o Estado e hoje, além de cumprir as nossas obrigações na infraestrutura, segurança, saúde, educação, com obras e ações importantes, nós também estamos ajudando os municípios a cumprirem com as suas obrigações, com o asfaltamento urbano, iluminação, entre outras obras e ações”, acrescentou o governador.
O governador Mauro Mendes percorreu vários municípios da região Oeste nesta quinta e sexta-feira (26 e 27.05), onde assinou convênios e fiscalizou obras. Na quinta-feira esteve em Pontes e Lacerda e nesta sexta-feira passou por Conquista D’Oeste, Nova Lacerda, Comodoro e Campos de Júlio.
Acompanharam o governador na viagem os senadores Fábio Garcia e Wellington Fagundes, o deputado federal Dr. Leonardo, os deputados estaduais Dr. Gimenez e Valmir Moretto, os secretários de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira e de Comunicação, Laice Souza.
Mais investimentos
Os investimentos do Governo de Mato Grosso em Brasnorte ultrapassam os R$ 214 milhões em Brasnorte, nos últimos três anos, par os setores de infraestrutura, educação, cultura e esporte, além da realização de ações sociais.
O setor que mais recebeu investimento nos últimos anos foi a infraestrutura, com mais de R$ 211 milhões em recursos. Desse total, R$ 131 milhões são para a restauração de três trechos da MT-170 que totalizam mais de 177 km. Os três trechos estão em fase de licitação.
Outra obra que se destaca no município, mas em fase de projeto, é o asfaltamento na MT-242 entre Itanhangá e Brasnorte, no valor de R$ 51,1 milhões. Nesta mesma rodovia há uma ponte de concreto sobre o Rio do Sangue que já foi entregue para a população. A ponte é avaliada em R$ 13 milhões.
A Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra) também fez investimentos em asfalto novo nas vias urbanas de Brasnorte, como também realizou a construção de passeio público e calçamento no município, com recursos próprios e da Prefeitura Municipal.
Máquinas para produtores familiares
Ao longo da atual gestão, a pasta, junto da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), entregou R$ 1,6 milhão em máquinas e equipamentos. Foram entregues duas motoniveladoras, um trator, uma carreta, uma patrulha mecanizada (trator, carreta basculante e grade aradora), cinco ordenhadeiras mecânicas, quatro tanques resfriadores, uma ensiladeira e 250 doses de sêmen.
Educação
A educação de Brasnorte recebeu um investimento de R$ 1 milhão pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). O principal recurso, de R$ 507,5 mil, foi para a aquisição de computadores para professores da rede estadual do município.
Ao longo da gestão, a Seduc também realizou obras de ampliação ou manutenção das Escola Municipal Adilson José Schumacher e Escola Estadual Indígena Myhyinymykyta Skiripi. Foram R$ 325 mil para a realização dessas obras.
Social
A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) investiu mais de R$ 558 mil para o município de Brasnorte. Para a transferência de renda para famílias carentes, foram R$ 275,3 mil em recursos destinados em 2021 e parte do que ainda está sendo repassado em 2022.
Desde 2019, a pasta também distribuiu 2,3 mil cestas básicas, 1,5 mil cobertores e 274 filtros de barro. Para a realização dessas ações, o Governo de Mato Grosso destinou R$ 260 mil.
Outras ações
A cultura e esporte recebeu do Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), R$ 245 mil. O valor foi revertido em projetos de literatura, casa indígena, festa e handebol.
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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.