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Seciteci divulga processo seletivo para contratação de professores para as Escolas Técnicas Estaduais

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) abriu inscrições de processo seletivo simplificado para contratação de professores para atender as Escolas Técnicas Estaduais (ETEs). As inscrições podem ser feitas até o próximo sábado (11.06).

O processo visa a formação de cadastro de reserva para atuar nas Escolas Técnicas de Alta Floresta, Barra do Garças, Cuiabá, Cáceres, Lucas do Rio Verde, Poxoréu, Sinop, Rondonópolis, e Tangará da Serra. O resultado final será divulgado no dia 20 de junho.

Serão selecionados profissionais de nível superior nas áreas de Enfermagem, Administração, Ciências da Computação/Sistemas da Informação/Tecnólogo na Área de Informática, Segurança do Trabalho ou profissional de nível superior com especialização em Segurança do Trabalho, Enfermagem, Turismo, Medicina Veterinária ou Zootecnia, Agronomia, Engenharia Agrícola/Agricultura/Agricultura de Precisão e Engenharia Civil, conforme o edital.

A remuneração varia entre R$ 2.644,84 e R$ 5.289,65, de acordo com o nível de formação do candidato (graduação, especialização, mestrado e doutorado). A previsão de início contratual é 18 de julho. Os interessados poderão acessar o edital, cronograma de avaliação e o formulário de inscrições AQUI

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Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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