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Corinthians desafia Boca por vaga às quartas de final da Libertadores
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Um dia após celebrar os dez anos da primeira conquista da Libertadores, o Corinthians decide o futuro na edição deste ano do torneio sul-americano diante do mesmo rival contra o qual festejou a taça em 2012. Nesta terça-feira (5), às 21h30 (horário de Brasília), o Timão pega o Boca Juniors na Bombonera, em Buenos Aires (Argentina), no duelo de volta do confronto pelas oitavas de final.

As equipes empataram sem gols no jogo de ida, há uma semana, na Neo Química Arena, em São Paulo. Em caso de nova igualdade, a decisão será nos pênaltis. Uma vitória simples basta para os times assegurarem a classificação no tempo normal.
É a quarta vez que Corinthians e Boca estarão frente a frente nesta Libertadores. Os times caíram no mesmo grupo da primeira fase, com vitória alvinegra em São Paulo (2 a 0) e um empate na Bombonera (1 a 1). A equipe argentina, porém, avançou às oitavas com campanha superior a do Timão. Por isso, faz a partida de volta do confronto das oitavas em casa.
O técnico Vitor Pereira tem vários problemas para escalar o time. São seis desfalques por lesão (o lateral Fagner, os volantes Maycon e Paulinho, o meia Renato Augusto e os atacantes Gustavo Mosquito e Júnior Moraes), além do meia Adson, que testou positivo para covid-19. Na reta final do tratamento das respectivas contusões, o volante Du Queiroz e o atacante Willian viajaram com o grupo e são dúvidas.
Após poupar a maior parte dos titulares na derrota por 4 a 0 para o Fluminense, no sábado (2), no Maracanã, no Rio de Janeiro, pelo Campeonato Brasileiro, o treinador português deve escalar o Timão com: Cássio, Rafael Ramos, João Victor, Raul Gustavo e Fábio Santos; Roni (Du Queiroz), Víctor Cantillo e Giuliano; Gustavo Mantuan, Lucas Piton (Willian) e Róger
É a terceira vez que os times se cruzam nas oitavas da Libertadores. Nas anteriores, em 1991 e 2013, o Boca levou a melhor. Para repetir a história, a equipe dirigida por Sebastián Battaglia terá força máxima à disposição. O técnico argentino poupou os titulares no fim de semana, na derrota por 3 a 0 para o Banfield, em casa, pelo campeonato local.
Em relação ao jogo de ida, a novidade deve ser a volta de Frank Fabra à lateral esquerda, no lugar de Agustín Sandez, após cumprir suspensão. A provável escalação do Boca terá: Agustín Rossi, Luís Advincula, Marcos Rojo, Carlos Izquierdoz e Frank Fabra; Pol Fernandez, Alan Varela e Óscar Romero; Exequiel Zeballos, Sebastián Villa e Darío Benedetto.
Quem avançar, terá pela frente o classificado de Flamengo e Tolima (Colômbia) nas quartas de final. O Rubro-Negro venceu a partida de ida, na quarta-feira passada (29), por 1 a 0, no estádio Manuel Murillo Toro, na cidade colombiana de Ibagué. O duelo de volta será nesta quarta-feira (6), às 21h30, no Maracanã. O time brasileiro tem a vantagem do empate.
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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