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Sinop: fogo atinge carreta e área onde foi colhido milho

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O Corpo de Bombeiros está combatendo o incêndio que atingiu uma carreta FH Volvo branca, nas proximidades do bairro Aquarela Brasil. Ela está estacionada em uma área onde recentemente foi colhido milho. O fogo foi rapidamente controlado e os militares realizam o trabalho de rescaldo.

As chamas se alastraram e atingiram a cabine. Os semi-reboques ficaram bastante danificados, perdendo a carga de milho. A cabine ficou com o interior totalmente destruída.

Um caminhão pipa também reforçou o trabalho para acabar com o fogo. Aproximadamente 10 mil litros de água foram utilizados. Quatro militares dos bombeiros trabalharam na operação. Não houve feridos.

“Chegou para nossa central que havia um incêndio em uma lavoura que posteriormente acabou pegando no caminhão, tendo em vista que o condutor do caminhão, segundo relatos havia saído para adquirir uma peça. Só estava o operador da máquina agrícola no local”, disse o subtenente.

O militar destacou que o motorista da carreta não estava no local no momento do incêndio. “O fogo não começou no veículo, foi na lavoura. Quando o operador percebeu não conseguiu conter até que chegou no caminhão, pois como o motorista não estava no local não foi possível fazer a retirada”, concluiu.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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