MATO GROSSO
Sinop: secretaria contratará 700 para trabalhar como monitor, motorista, auxiliares, porteiros e outros em escolas
MATO GROSSO
A secretária municipal de Educação, Esporte e Cultura detalhou, em edital publicado nessa semana, que licitará dia 18, a contratação de empresa especializada no fornecimento de mão de obra operacional para atender as 39 escolas da rede pública e suprir necessidades da pasta. O processo será disputado em ampla concorrência, na modalidade de pregão eletrônico, com um investimento estimado em R$ 33,8 milhões.
Os profissionais devem iniciar as atividades num período de 10 dias úteis, com cargas horárias de 30 até 40 horas semanais. Os salários serão avaliados com base na Convenção Coletiva do Trabalho (CCT).
Serão 45 motoristas de ônibus para o transporte escolar, 55 monitores que acompanharam os veículos dando suporte na organização e convivência dos alunos ao longo do trajeto, 120 auxiliares que atuaram na higienização e preparo dos alimentos para a merenda dos jovens e 65 porteiros que controlaram a entrada e saída dos estudantes.
Ainda serão cedidos 45 guardas patrimoniais para manutenção da segurança de unidades educacionais e edificações pertencentes à secretária, 250 funcionários que executaram trabalhos de limpeza e serviços gerais, mantendo o bom estado de ambientes e utensílios de trabalho das localidades, operando equipamentos de jardinagem e fazendo a higienizando salas de aula, entre outras contratações.
Segundo a gestão municipal, a mão de obra deve beneficiar a comunidade educacional e setores administrativos, visando atender principalmente à demanda de futuras instituições, como a Escola de Tempo Integral, Escola Municipal de Ensino Básico Alto da Glória, Terra Rica, Nico Baracat, Camping Clube e Escola Bilingue.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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