MATO GROSSO
ANTT prevê 3 anos para serem feitos investimentos na BR-163 em Mato Grosso; Mauro crítica ‘longo prazo’
MATO GROSSO
O governador Mauro Mendes se reuniu, hoje, com diretores Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) que informaram a previsão de investimentos na BR-163 que pode demorar até três anos para iniciar considerando os prazos previstos na decisão tomada pelo Governo Federal.
O diretor-geral da ANTT, Rafael Vitale, disse a Mauro, ao vice-governador Otaviano Pivetta, e o secretário-chefe da Casa Civil, Rogério Gallo, que o termo aditivo autorizando nova licitação para a rodovia estabelece diversas obrigações para a Rota Oeste – a atual concessionária -, que devem ser cumpridas em até dois anos, prazo em que a licitação deverá ser realizada.
Após a assinatura do contrato, a previsão é que a nova concessionária poderá levar até um ano para iniciar os investimentos. Portanto, a obra de duplicação só deve iniciar daqui a três anos.
O governador manifestou contrariedade com o prazo e cobrou celeridade da agência para os investimentos serem feitos antes, dentre eles a duplicação no trecho Sinop-Posto Gil (cerca de 230 km). “Muitos mato-grossenses e trabalhadores de outros estados têm perdido a vida nessa rodovia. São acidentes toda semana, sem contar os prejuízos para os produtores, transportadores e para a população que transita na BR-163. A concessionária cobra pedágio e não faz os investimentos. Já deveria ter concluído a duplicação e até agora sequer iniciou o trecho de Cuiabá a Sinop. Ninguém aguenta mais. Precisamos de uma solução urgente e não podemos esperar todos esses três anos”, cobrou Mauro.
Só Notícias (foto: assessoria)
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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