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Foragido por homicídio ocorrido há 15 anos é localizado e preso em Alta Floresta

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Um foragido da Justiça há 15 anos, pelo crime de homicídio, foi localizado e preso nesta terça-feira (12.07) pela equipe da Delegacia da Polícia Civil em Alta Floresta, no norte de Mato Grosso.

O homem de 64 anos estava com mandado de prisão decretado por um homicídio ocorrido no município de Nova Bandeirantes. Em 29 de março de 2007, por volta das 17h, ele usou uma foice e uma espingarda para cometer o crime que vitimou Manuel Messias de Souza, que à época do fato tinha 63 anos.

O crime ocorreu na zona rural do município de Nova Bandeirantes. A vítima e o autor discutiram sobre o acerto dos dias de trabalho prestados pelo foragido. Inconformado, ele usou uma foice e desferiu cinco golpes contra a vítima. Depois que Manuel já estava caído, o autor ainda efetuou dois disparo de arma de fogo. Após as investigações, ele saiu do município e permaneceu foragido desde 2007.

A Delegacia de Alta Floresta recebeu informações de que o foragido estava no município. A equipe fez diligências e o localizou.

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Após o cumprimento do mandado, o autor do homicídio foi encaminhado à unidade prisional do município.

Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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