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Polícia Civil apreende caminhão com 292 tabletes de cloridrato de cocaína na BR-364

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A Polícia Civil de Mato Grosso apreendeu na tarde desta quarta-feira (13.07), em Várzea Grande, um caminhão transportando 292 tabletes de cloridrato de cocaína. O entorpecente estava escondido em um compartimento grosseiramente feito na cabine da carreta, onde a equipe da Gerência de Combate ao Crime Organizado localizou as dezenas de tabletes.

O motorista, de 45 anos, foi preso em flagrante. O material apreendido representa um golpe nas organizações criminosas ligadas ao tráfico de, aproximadamente, R$ 7 milhões.

O caminhão foi abordado próximo ao Trevo do Lagarto, no entrocamento da rodovia BR-364, onde a equipe responsável na GCCO pela apuração de roubo de cargas fazia diligências para localizar um veículo que havia sido roubado no município de Sapezal, na região noroeste do estado, e cujo motorista estava desaparecido.

Os policiais da unidade especializada realizaram buscas nas rodovias BR-364 e MT-246, que ligam a Capital ao médio-norte do estado. Durante as diligências, as equipes avistaram um caminhão Mercedes Benz/1944, com semirreboque, com características semelhantes às do caminhão roubado. O veículo foi abordado na entrada de Várzea Grande e o motorista se mostrou bastante nervoso, o que chamou atenção dos policiais.

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Ao ser indagado sobre o trajeto feito e a ausência de carga, ele ficou ainda mais apreensivo e os policiais notaram um compartimento grosseiramente feito no interior da cabine do caminhão.

Nas buscas realizadas no interior do caminhão, no fundo e teto da cabine, as equipes encontraram os tabletes de cloridrato de cocaína.

Conduzido à GCCO, o motorista foi autuado em flagrante por tráfico de drogas. Contra ele, os policiais localizaram um registro criminal no estado de São Paulo, de dias atrás, por trafegar com o caminhão com placa diversa da regular.

O entorpecente, totalizando 315 quilos, será encaminhado para realização de perícia pela Politec-MT.

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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