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Concurso DPE MT: inscrições abertas! Até R$ 10,3 mil!

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Atenção, concurseiros! Ainda dá tempo de participar do concurso DPE MT! A Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso está ofertando 28 vagas imediatas para cargos de níveis médio e superior mais o cadastro de reserva.

As inscrições estão abertas e serão aceitas até o dia 25 de julho de 2022. O Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação – IBFC é a banca responsável pelo concurso.

As provas objetivas serão aplicadas no dia 25 de setembro de 2022!

Concurso DPE MT: análise do edital

O professor Eduardo Cambuy fez uma análise completa do edital de abertura do concurso DPE MT! Veja a seguir, o conteúdo na íntegra:

Concurso DPE MT: situação atual

16 de setembro  sairá a convocação para realização da prova objetiva e discursiva e divulgação dos locais de provas no site do IBFC e no dia 25 de setembro será a realização da prova objetiva e discursiva.

  • 20/06 a 25/07/2022 – Período de inscrições
  • 03/06/2022 – Edital publicado;
  • 07/04/2022 – Secretária designada para comissão;
  • 22/03/2022 – Banca definida;
  • 28/10/2021 – Publicação da LOA 2022;
  • 30/07/2021 – Reserva de vagas para cotista;
  • 26/05/2021 – Tramitações no processo do concurso;
  • 1º/09/2019 – Comissão designada alterada.
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Concurso DPE MT: remuneração e benefícios

O edital do concurso DPE MT oferta vagas de nível médio e superior para diversos cargos. A remuneração oferecida no edital varia entre R$ 3.065,50 a R$ 10.632,57.

CARGOS REMUNERAÇÃO
Técnico Administrativo – área fim R$ 3.065,50
Técnico de Apoio Administrativo – área meio R$ 3.065,50
Analista – Administrador R$ 6.584,11
Analista – Analista de Sistemas R$ 6.584,11
Analista – Arquiteto R$ 6.584,11
Analista – Assistente Social R$ 6.584,11
Analista – Contador R$ 6.584,11
Analista – Economista R$ 6.584,11
Analista – Engenheiro Civil R$ 6.584,11
Analista – Jornalista R$ 6.584,11
Analista – Psicólogo R$ 6.584,11
Controlador Interno R$ 10.632,5

Concurso DPE MT: inscrições

As inscrições para o concurso público serão realizadas pela Internet, no endereço eletrônico do IBFC www.ibfc.org.br no período de 20 de junho a 25 de julho de 2022. 

O valor da taxa de inscrição será de:

  • R$ 70,00 para os cargos de Técnico Administrativo (nível médio);
  • R$ 110,00 para os cargos de Analista (nível superior); e
  • R$ 130,00 para o cargo de Controlador Interno (nível superior).
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Isenção da taxa de inscrição:

Terão direito à isenção da taxa de inscrição os candidatos que se encaixam nos requisitos abaixo:

  • Eleitores convocados e nomeados pela Justiça Eleitoral de Mato Grosso, que prestarem serviços no período eleitoral, e os jurados que prestarem serviço perante o Tribunal do Júri em uma das comarcas do Estado de Mato Grosso;
  • Doadores regulares de sangue;
  • Os trabalhadores que percebam até um salário mínimo e meio ou se encontrem desempregados.
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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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